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Abel diz que o faltou ao Palmeiras na eliminação para o Botafogo

Treinador cita falta de eficácia por não converter chances criadas e falta de sorte por bola bater na mão de Gómez em lance que seria o gol da virada

Abel Ferreira durante eliminação do Palmeiras para Botafogo na Libertadores

O técnico Abel Ferreira fez um diagnóstico simples do que aconteceu para o Palmeiras empatar em 2 a 2 com Botafogo, nesta quarta-feira (21), e ser eliminado da Copa Libertadores nas oitavas de final. Para o treinador, faltou eficácia e sorte.

A eficácia ficou por conta das chances criadas pelo time no primeiro tempo e no início da etapa final, momento em que o Glorioso se aproveitou para abrir 2 a 0 no placar.

“Milagres, aqui não há milagres. Milagres só Deus é que faz. O nosso milagre era ter feito o gol nas três ou quatro oportunidades que tivemos na primeira parte e as que tivemos na segunda antes do nosso adversário fazer. O nosso adversário tem qualidade também. Vocês nunca metem o adversário nessa equação”, disse.

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Após o Glorioso abrir contagem, o Palmeiras empatou a partida em um intervalo de três minutos. Aos 40, Flaco López diminuiu. Aos 43, Rony igualou.

Já aos 48, Gustavo Gómez ensaiou uma virada épica, mas ele havia dominado a bola com a mão e foi flagrado pelo VAR após balançar as redes.

Pouco depois, o Alviverde ainda acertou a trave em uma cobrança quase perfeita do meio-campista Gabriel Menino.

“Olhas para os números, 26 finalizações contra 8. O que é que és que eu te diga? É futebol. O que é queres que eu te diga daquela última bola que bateu na mão do Gómez? É futebol. Não tenho outra explicação. É futebol”, lamentou.

“O que queres que eu te diga daquela bola que o Menino meteu no último segundo do jogo na trave e saiu fora? Podia ter batido na trave e entrado. É futebol. E o futebol, umas vezes ganhas, outras vezes perdes. Infelizmente, hoje perdemos”, acrescentou.


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Brenno Costa é jornalista multimídia formado pela Universidade Católica de Pernambuco e pós-graduado em comunicação e marketing pela Estácio. Atualmente, é correspondente da Itatiaia em São Paulo. Antes, trabalhou na Folha de Pernambuco, Diario de Pernambuco/Superesportes e no Globo Esporte.

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