Pentacampeão do Módulo I do
Em entrevista exclusiva à Itatiaia, o presidente do Leão do Bonfim, Anísio Clemente Filho, detalhou a atual situação financeira do clube. O dirigente ressaltou que a mudança no regime de operação é urgente, e ele pontuou, inclusive, um valor mínimo para que isso ocorra.
“São 90% da SAF e 10% da Associação. O Villa hoje, na minha opinião, pode ser vendido para a pessoa que chegar e falar ‘eu assumo todos os compromissos futuros do Villa Nova’, na faixa de R$12, 13 milhões, o Villa tem que fazer negócio. O clube não tem condições, hoje, de estabelecer valores”, iniciou.
“É o modelo normal, que todos fizeram, Atlético, Cruzeiro, todos fizeram. Mas o Villa não tem patrimônio. Na Valuation que fizeram estipularam o mínimo de R$6 milhões, e o máximo de onze, mas apenas com a camisa, história. (...) Não tem outro caminho. Se não se transformar em SAF, acaba o clube, é falência”, foi além, logo na sequência.
Ainda durante a mesma entrevista, Anísio admitiu que já há investidores interessados na compra da SAF do Villa. Quem surge como principal cotado é o
“O clima da diretoria é de total otimismo. Hoje, não tem como fazer futebol profissional à base de amor. (...) Temos cerca de três interessados, e projeto do Renato Valentim é muito bacana, mas ele ainda não formalizou”, disse.
O Villa Nova foi rebaixado na última edição do Módulo I, e disputará o Módulo II do Campeonato Mineiro. Inclusive, o presidente do Leão Bonfim afirmou que a agilização da venda se dá também por conta da proximidade da próxima competição, que terá início já em maio deste ano.