Belo Horizonte
Itatiaia

Fortaleza faz ação em solidariedade ao Rio Grande do Sul em jogo do Brasileiro

Jogadores vão entrar em campo com coletes da Defesa Civil e nomes das cidades atingidas pelas enchentes; torcedores podem doar alimentos neste domingo (12), no Castelão

Por
Camisa que o Fortaleza usará neste domingo, contra o Botafogo, em solidariedade ao Rio Grande do Sul • Mateus Lotif/Fortaleza EC

Os jogadores do Fortaleza entrarão em campo neste domingo (12), para a partida contra o Botafogo, pela sexta rodada da Série A do Brasileiro, realizando uma ação em apoio às vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul.

Os atletas usarão coletes da Defesa Civil e camisas com nomes das cidades atingidas pela tragédia. No uniforme, a chave pix da CUFA Brasil também estará estampada para arrecadar doações: doacoes@cufa.org.br.

Além das camisas e coletes, os jogadores vão estender uma faixa de incentivo à causa: "Você também pode ser um herói para o povo gaúcho". O jogo terá início às 16h (de Brasília).

De acordo com o balanço divulgado neste domingo (12) pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul, 446 munícipios foram atingidos pelas fortes chuvas, que deixaram 143 mortos, 125 desaparecidos, 806 feridos e mais de 618 mil pessoas fora de suas casas.

Doações

Antes da partida, o Bem Tricolor, movimento de ação social do Fortaleza, disponibilizou pontos de arrecadação de alimentos não perecíveis em frente ao setor Premium e ao Portão F da Arena Castelão. O torcedor poderia doar a partir de 2kg.

"Com sensibilidade e solidariedade, o Fortaleza chama a sua torcida e todo o Brasil para fazer doações para as vítimas do Rio Grande do Sul. Dessa maneira, decidimos homenagear, através do uso de coletes, os profissionais da Defesa Civil e os próprios gaúchos que estão salvando uns aos outros todos os dias nessa catástrofe. Também lembramos as cidades atingidas, pois é uma forma de dar apoio e força para toda a região afetada", disse o diretor de marketing do Clube, Marcel Pinheiro.

Por

Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.