Cruzeiro: em quantas edições consecutivas o clube teve titulares em Copas do Mundo?

Raposa teve titulares em três Copas seguidas, entre 1966 e 1974

Brasil teve Piazza e Tostão, do Cruzeiro, na Copa de 1970

A presença de jogadores do Cruzeiro entre os titulares de seleções em Copas do Mundo é um capítulo marcante da história do clube e reafirma sua contribuição internacional ao futebol.

Em cinco edições distintas — entre 1966 e 2018 — atletas celestes figuraram entre os onze iniciais de suas equipes no maior torneio de seleções do planeta.

Mas qual foi a maior sequência de Copas em que o Cruzeiro teve titulares de forma consecutiva? A seguir, a Itatiaia relembra.

Resumo da sequência histórica

  • Maior sequência de Copas com titulares do Cruzeiro: três edições (1966, 1970 e 1974)
  • Total de Copas com titulares celestes: cinco edições (1966, 1970, 1974, 2002 e 2018)

Anos 1960 e 1970: período vitorioso deu início às sequências

A sequência entre 1966 e 1974 destaca um período expressivo da história cruzeirense, com atletas que foram essenciais para seleções em momentos decisivos de Mundiais.

Nas décadas de 1960 e 1970, o time conquistou a Taça Brasil de 1966, a Copa Libertadores de 1976 e nove títulos estaduais (1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977), além de ter amargado os vice-campeonatos do Mundial Interclubes de 1976 e da Libertadores de 1977.

Tostão, Wilson Piazza e Roberto Perfumo consolidaram uma presença que atravessou gerações e hoje é lembrada como um dos períodos mais fortes do futebol mineiro em Copas do Mundo.

Cruzeiro foi campeão da Taça Brasil de 1966

Maior sequência: 1966 a 1974

O clube consolidou a presença entre os titulares da Seleção em três edições consecutivas:

  • 1966 – Tostão titular em um jogo da Seleção Brasileira;
  • 1970 – Tostão e Wilson Piazza titulares no tricampeonato do Brasil;
  • 1974 – Wilson Piazza e Roberto Perfumo titulares pelas seleções de Brasil e Argentina;

Interrupção e retomadas pontuais

Após 1974, o clube só voltou a ter titulares em Copas em 2002 (Juan Pablo Sorín, Argentina) e, posteriormente, em 2018 (Giorgian de Arrascaeta, Uruguai).

Quando disputou a Copa do Mundo de 2002, Sorín era jogador do Cruzeiro

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Repórter em formação com experiência em coberturas locais e interestaduais, com atuação em diferentes frentes do jornalismo. Apaixonado por esportes, especialmente futebol, acompanha o cenário nacional e internacional, com foco em contexto, informação e curiosidades do jogo. Acumula passagem por No Ataque e Estado de Minas.

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