Ao longo da história das
Ainda assim, em algumas edições, o Brasil entrou em campo sem nenhum jogador nascido em Minas Gerais. A seguir, a
Apenas três Copas sem representantes mineiros
Em 21 participações do Brasil em Copas do Mundo, somente três edições não contaram com jogadores nascidos em Minas Gerais.
São elas:
- 1930, no Uruguai
- 1994, nos Estados Unidos
- 1998, na França
Nas outras 18 Copas, o estado teve ao menos um atleta convocado.
1930: a ausência no primeiro Mundial
A primeira Copa do Mundo da história, disputada em 1930, ainda apresentava um cenário muito diferente do futebol moderno.
Naquela edição, o Brasil levou uma delegação reduzida e formada majoritariamente por jogadores do eixo Rio–São Paulo. Nenhum atleta nascido em Minas Gerais foi convocado.
Curiosamente, apenas quatro anos depois, em 1934, o estado já teria seu primeiro representante em Mundiais.
Preguinho e mais jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1930
1994: o tetra sem mineiros
Na Copa de 1994, quando o Brasil conquistou o tetracampeonato mundial, nenhum jogador nascido em Minas Gerais integrou a lista de convocados.
1998: nova ausência, agora na França
Quatro anos depois, o cenário se repetiu.
Na Copa do Mundo de 1998, disputada na França, o Brasil voltou a não contar com atletas mineiros no elenco.
Essa foi a segunda edição consecutiva sem representantes do estado, algo que nunca mais voltou a acontecer desde então.
Brasil celebra gol contra a Escócia, na Copa do Mundo de 1998
Retorno no pentacampeonato
A ausência mineira nos anos 1990 foi encerrada justamente na Copa seguinte.
Em 2002, o Brasil voltou a contar com jogadores nascidos em Minas Gerais, de forma decisiva.
Roque Júnior, de Santa Rita do Sapucaí, e Gilberto Silva, de Lagoa da Prata, foram titulares da campanha do pentacampeonato, marcando o retorno definitivo do estado à história das Copas.
Gilberto Silva era jogador do Atlético durante a Copa do Mundo de 2002
Uma tradição que prevalece
Ao longo da história, 48 jogadores nascidos em Minas Gerais já disputaram Copas do Mundo pelo Brasil, número que reforça a importância do estado na formação da Seleção.
Por isso, as três ausências (1930, 1994 e 1998) aparecem como exceções dentro de uma trajetória marcada por presença constante.