Os títulos de Copa do Mundo da Seleção Brasileira carregam histórias marcantes, personagens eternos e clubes que contribuíram diretamente para as campanhas vitoriosas do país.
Entre essas instituições, o Galo teve participação em conquistas do Brasil ao longo da história das Copas do Mundo, com atletas que integraram elencos campeões em diferentes gerações.
Mas, afinal, em quantos títulos da Seleção Brasileira o Atlético teve jogadores convocados? A seguir, a Itatiaia responde.
Atlético esteve presente em dois títulos mundiais do Brasil
Ao longo das cinco Copas do Mundo vencidas pela Seleção Brasileira (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), o Atlético teve jogadores convocados em duas campanhas campeãs.
- Copa do Mundo de 1970: Dadá Maravilha (atacante)
- Copa do Mundo de 2002: Gilberto Silva (volante)
Em ambas, os atletas do clube mineiro integraram o elenco que levantou a taça, ainda que em contextos distintos.
Copa do Mundo de 1970
A conquista do tricampeonato mundial, no México, marcou a primeira participação do alvinegro em um título da Seleção Brasileira.
- Dadá Maravilha (atacante)
Naquela edição, o atacante foi convocado por Zagallo e fazia parte de uma das maiores Seleções da história do futebol.
Apesar de não ser titular, Dadá esteve entre os campeões mundiais, como suplente de nomes como Pelé, Jairzinho e Tostão, participando do grupo que venceu a Itália por 4 a 1 na grande final.
O título de 1970 foi o primeiro da história do Galo com um atleta campeão do mundo pela Seleção Brasileira.
Dadá (2º sentado, da esquerda para a direita) foi campeão mundial em 1970
Copa do Mundo de 2002
Trinta e dois anos depois, o Galo voltou a ter um representante em uma campanha vitoriosa do Brasil.
- Gilberto Silva (volante)
Diferentemente de 1970, o Atlético teve em 2002 um atleta com protagonismo direto dentro de campo.
Gilberto Silva foi titular absoluto da equipe comandada por Luiz Felipe Scolari e um dos pilares do meio-campo da Seleção pentacampeã, formando dupla com Kléberson e garantindo equilíbrio defensivo ao time.
O desempenho do volante foi tão marcante que, logo após a Copa do Mundo, ele foi contratado pelo Arsenal, da Inglaterra, onde se tornaria ídolo.