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Preta Gil é homenageada em missa no Santuário Santa Dulce dos Pobres, na Bahia

Celebração homenageia data de um ano da morte da cantora

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Preta Gil morreu em julho de 2025, aos 50 anos
Preta Gil morreu em julho de 2025, aos 50 anos • Mauricio Fidalgo

A cantora Preta Gil recebeu diversas homenagens no dia em que se completa um ano de seu falecimento. Além da missa celebrada na Paróquia Santa Mônica, no Leblon, outra celebração foi feita nesta segunda-feira (20), no Santuário Santa Dulce dos Pobres, em Salvador, às 16h.

Liberada para a presença do público e presidida pelo Padre Fred, a missa reuniu familiares, amigos e fãs da cantora. A iniciativa da celebração partiu do produtor cultural Geraldo Baddá, com o apoio da família Gil, e foi construída em parceria com Maria Rita Lopes Pontes e toda a equipe das Obras Sociais de Santa Dulce dos Pobres.

Há um ano, a Superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) e sobrinha da própria santa, contou à Revista Quem que Preta Gil passou a participar das celebrações no santuário após a morte de Paulo Gustavo.

"Preta Gil tem devoção à irmã Dulce desde criança. Na missa de três meses pela morte de Paulo Gustavo, ela esteve no Santuário de Irmã Dulce e, então, nos aproximamos. Isso foi em agosto de 2021. Desde então, ela passou a colaborar", recordou.

Famosos homenageiam Preta Gil

A morte de Preta Gil completou um ano nesta segunda-feira (20) e diversos famosos a homenagearam pelas redes sociais, entre eles, Angélica, Malu Barbosa e Fran Gil, filho da cantora.

"Antes de qualquer coisa, saudade. Um ano sem você. E, ao mesmo tempo, parece impossível medir a sua ausência, porque você continua tão presente. Sinto falta da sua risada, da sua força, do seu jeito de transformar qualquer encontro em afeto. Você deixou um amor que o tempo não leva. Te amamos. Te sentimos todos os dias. Para sempre, Pretinha", escreveu Angélica, que postou fotos de um videoclipe dirigido por Preta.

Malu Barbosa, que cuidou da cantora durante o período em que ela esteve doente, disse que ressignificou as lembranças da amiga. "Um ano. Dizem que o primeiro ano encerra um ciclo do luto. Hoje eu entendo que o luto não acaba. A gente não deixa de sentir falta de quem ama. A ausência continua existindo. Ainda tem dias em que dói, em que a vontade é ligar, mandar uma mensagem ou dividir qualquer novidade. Isso não passou. O que mudou foi a forma de lembrar", iniciou.

"Hoje, aos poucos, consigo deixar que as memórias da doença e do sofrimento ocupem menos espaço. Elas existiram, fazem parte da nossa história, mas já não definem quem você foi. Tenho conseguido voltar para o que realmente importa: a sua gargalhada que contagiava todo mundo, as nossas conversas intermináveis madrugada adentro, as histórias, os planos, o seu jeito intenso de viver e de amar", acrescentou.

"É assim que eu quero guardar você. Com saudade, sempre. Mas, cada vez mais, com um sorriso ao lembrar de tudo o que tivemos a sorte de viver. E que sorte hein? Um ano sem você. E, ao mesmo tempo, um ano aprendendo que alguns amores não acabam. Eles só encontram outro jeito de permanecer", completou Malu.

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Maria Luíza Mendes é estagiária do portal Itatiaia e estudante de jornalismo na PUC Minas. Apaixonada por esportes e entretenimento, Maria possui experiência anteriores em outros portais online e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

 

 

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