Juliette revela doença 'silenciosa' após exames: ‘Não tenho tantos sintomas'
Campeã do BBB 21 explicou que foi diagnosticada após realizar uma série de exames para investigar um problema no fígado

A influenciadora Juliette Freire contou, nesta quarta-feira (22), que foi diagnosticada com endometriose. Segundo a campeã do BBB 21, ela fez uma série de exames para investigar um possível problema no fígado e acabou descobrindo uma doença ginecológica.
“Quando eu passei mal por conta do fígado, há um mês atrás, eu fui fazer um check-up, né? E aí, em um dos exames deu endometriose”, explicou.
Em seguida, ela falou que procurou por uma segunda opção, priorizando uma médica que fosse especialista no caso para auxiliá-la. “Segundo as médicas, tá no início e não é em um lugar que tenha alguma grande questão. Enfim, eu não tenho tantos sintomas, eu não sinto tanta dor. O que eu sinto: inchaço e um pouco de dor”, disse.
Por fim, Juliette contou que vai começar um tratamento para impedir o avanço da doença. Segundo a ex-BBB, a médica disse que cortar a menstruação com medicamentos pode ser a melhor opção no momento.
“E ela disse que como tá muito no início, o tratamento de interromper a menstruação já pode ajudar a regredir, né? Porque para de inflamar. Ela explicou que é como se tivesse um machucadinho sangrando, e aí sem menstruar regride, é como se cicatrizasse”, finalizou.
Juliette fez alerta sobre violência doméstica
Antes da publicação dos vídeos falando sobre a endometriose, a campeã do BBB 21 postou um vídeo onde falou sobre misoginia e casos de violência doméstica. Na filmagem, Juliette relembrou o caso de Clarissa, amiga dela que foi morta pelo companheiro com 34 facadas.
“O assassino da minha amiga Clarissa foi condenado a 31 anos de prisão — menos que o número de vezes que ele a esfaqueou, que foram 34”, iniciou.
Em seguida, a influenciadora fez um alerta sobre a forma como os casos de violência começam. Segundo ela, Clarissa nunca tinha relatado viver um relacionamento abusivo, porque ele nunca tinha agredido fisicamente, apenas com palavras.
“E aí, além da raiva, do ódio, da angústia que eu senti, essa frase ficou aqui, ó, ecoando na minha cabeça. O início de tudo: a palavra. Exatamente aquela que desacredita, que controla, que diminui... mas também aquelas sutis, mascaradas de liberdade de expressão, que vão, suavemente, legitimando a misoginia — o ódio às mulheres. E aí, pouco a pouco, a vida e os direitos das mulheres vão sendo banalizados, como foi com a vida de Clarissa”, disse.
Ao final do vídeo, Juliette deixou um alerta às seguidoras e disse que é preciso mais do que apenas condenar os homens que cometem esse tipo de crime. “O caso de Clarissa acabou, mas a cada palavra misógina, outros começam. E não basta condenar quem está matando e nem educar quem está morrendo. É preciso não tolerar tudo aquilo que ensina, justifica e alimenta essa violência antes que ela encontre as mãos do próximo assassino”, finalizou.
Clarissa Gomes foi morta no dia 9 de julho de 2026, após ser esfaqueada cerca de 34 vezes pelo ex-namorado que não aceitava o fim do relacionamento. Após assassiná-la, ele fugiu, mas foi capturado pela polícia em condomínio residencial no Bairro Maraponga e levado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi preso em flagrante por feminicídio.
Maria Luíza Mendes é estagiária do portal Itatiaia e estudante de jornalismo na PUC Minas. Apaixonada por esportes e entretenimento, Maria possui experiência anteriores em outros portais online e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.



