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Influenciadora rebate irmão de Virginia e dispara: ‘Infernizou minha vida’

Lilly Martins se pronunciou após obter vitória em processo por importunação sexual contra William Gusmão

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William Gusmão diz que situação foi armada por ser irmão de Virginia Fonseca
William Gusmão diz que situação foi armada por ser irmão de Virginia Fonseca • Reprodução | Redes sociais

A influenciadora Lilly Martins publicou um vídeo em seu Instagram nesta sexta-feira (10), onde respondeu às afirmações feitas por William Gusmão após ser condenado por importunação sexual. Depois do irmão de Virginia se dizer vítima de assédio, a criadora de conteúdo rebateu.

No vídeo, Lilly disse ter sido importunada por William. Segundo a influenciadora, ele passou a mão por dentro da roupa que ela usava, mas que não esboçou reação imediata e se arrependeu por isso.

“Para vocês verem no vídeo, ele tá com a mão aqui embaixo,, dentro da minha roupa, entendeu? E eu fiquei parada, sorrindo, eu estava anestesiada. Eu não tive reação de nada, de nada. E vocês podem ter a certeza que eu me culpo todos os dias por não ter tido uma reação”, desabafou.

Ela contou ainda que quem teve a reação de confrontar o empresário foi a namorada dela. “A Juliana presenciou a cena e o confrontou: ‘Até que horas você vai ficar enfiando a mão na roupa dela?’. Ele desdenhou, perguntando quem ela era, e eu respondi que era minha esposa. A Juliana avançou para agredi-lo, mas eu a segurei, temendo que saíssemos como as erradas da história e acabássemos presas. Ele se afastou temporariamente”, disse.

Lilly disse que ele se afastou dela e voltou a se aproximar fingindo ser um amigo próximo. O fato a deixou irritada e foi o momento em que decidiu filmar para processá-lo.

“Pouco tempo depois, ele retornou ao nosso carro. Eu já estava chorando e completamente exaltada. Ele se aproximou do carro do Lindomar, pegou o copo de uísque da minha esposa e começou a beber, agindo como se fosse nosso amigo íntimo. Ali o meu limite estourou. Fui para cima dele gritando: "Quem você pensa que é?". A Juliana pegou o celular para filmar a situação para termos provas e não sairmos como erradas”, explicou.

Lilly seguiu rebatendo fatos ditos por William e disse ainda que foi ‘infernizada’ por ele durante os três anos de duração do processo. Segundo o relato, ele expôs a imagem dela e inventou mentiras sobre ela.

“Durante esses três anos de processo, esse homem infernizou a minha vida. Usou as redes sociais para me difamar, me chamando de ‘lavadora de roupas’, inventando que eu batia na minha mãe e assediando psicologicamente a minha tia (que tem depressão) e a minha prima — que, por razões financeiras ou de status, acabou ficando do lado dele e mentindo em depoimento”, disse.

Por fim, Lilly ressaltou que sempre manteve seu depoimento, enquanto William o mudou diversas vezes. Ela disse ainda que ele sempre caiu em contradição e que acredita na justiça de Deus para lidar com o caso.

“A verdade é uma só e eu vou mantê-la idêntica um milhão de vezes. Ele, por outro lado, mudou sua versão em cada depoimento que deu, caindo em contradição constantemente. É por isso que ele foi condenado. Ele é um criminoso que se aproveita da impunidade, mas eu continuo acreditando na Justiça dos homens e na de Deus. Ele vai recorrer, mas a condenação se manterá porque Deus não falha”, finalizou.

Defesa de manifesta

A defesa de William Gusmão afirmou que vai recorrer da decisão. "Informamos que a decisão não é definitiva, pois trata-se do julgamento de um recurso dos assistentes de acusação. Embora a defesa respeite o entendimento dos Desembargadores do Tribunal de Justiça de Goiás, manifesta sua veemente discordância com a condenação, uma vez que o réu nega peremptoriamente a prática do fato que lhe é falsamente imputado."

"O Ministério Público, tanto em primeira instância, por meio do Promotor de Justiça quanto em grau de recurso, por meio do Procurador de Justiça emitiu pareceres favoráveis à absolvição de William Gusmão, constatando a flagrante ausência de provas e de materialidade delitiva", acrescentou.

"Diante da inocência do acusado e da contradição entre o resultado do julgamento e o entendimento no Ministério Público e da linha de defesa e considerando que a decisão não é definitiva, ainda cabem recursos aos Tribunais Superiores, que serão utilizados dentro das possibilidades legais", completou.

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Maria Luíza Mendes é estagiária do portal Itatiaia e estudante de jornalismo na PUC Minas. Apaixonada por esportes e entretenimento, Maria possui experiência anteriores em outros portais online e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.