Prêmio de Edílson Capetinha pela Copa de 2002 é menor que o pago no BBB 26

Ex-jogador de futebol esteve no elenco pentacampeão do mundo pela seleção brasileira em 2002

Edilson Capetinha, ex-Cruzeiro e Seleção Brasileira

O prêmio que o ex-jogador de futebol Edílson Capetinha ganhou pelo penta da Copa do Mundo, em 2002, é menor do que o pago pelo Big Brother Brasil de 2026. O futebolista fez parte do elenco de 23 jogadores que venceu a edição do mundial contra a Alemanha, em Yokohama, no Japão.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pagou 100 mil dólares para os jogadores e integrantes da comissão técnica comandada por Luiz Felipe Scolari, o Felipão. Para converter o prêmio para reais a entidade fixou o câmbio em R$ 3, ou seja, R$ 300 mil. Porém, o dólar estava cotado em R$ 3,61, o que causou uma perda de 17% no valor prometido.

Na época, a entidade que rege o futebol brasileiro disse que o valor foi calculado sobre a média das cotações convertidas pelo Banco Central quando dos repasses feitos pela Federação Internacional do Futebol (Fifa). A CBF também pagou outros R$ 126 mil para cada integrante da delegação a título de bonificação, ou “bicho”.

Os jogadores também receberam outros R$ 104 mil pela participação dos jogadores em contratos de direito de transmissão e outros patrocínios da seleção brasileira. No final, os pentacampeões receberam cerca de R$ 530 mil, que corrigidos pela inflação seriam cerca de R$ 2,6 milhões.

Já o prêmio estimado do BBB 26 é de R$ 5,44 milhões, o dobro do que foi pago para Renata Saldanha como campeã do BBB 25, que faturou na época R$ 2,72 milhões. Até o final do reality, o prêmio deve crescer mais, segundo anunciou o apresentador Tadeu Schmidt na estreia de segunda-feira (12).

“O maior [prêmio] da história do BBB. E tem mais: esse valor recorde vai ficar rendendo até o fim do programa. Ou seja: vai crescer mais ainda. É um prêmio para vocês lutarem com a alma”, disse o apresentador aos participantes.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.

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