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Com doença rara, filho de Zé Vaqueiro completa 11 meses: ‘muita força’

Bebê, que tem síndrome de Patau, completa 11 meses nesta segunda-feira (24)

Arthur, filho de Zé Vaqueiro e Ingra Soares, completa 11 meses de vida nesta segunda-feira (24). A empresária, que esteve com a criança no hospital, registrou o momento do encontro com o filho.

“11 meses de vida e muita força! Meu pequenino”, escreveu Ingra, que publicou uma foto ao lado da criança, que possui uma doença rara.

Ainda nesta segunda, Ingra disse estar preocupada com o filho devido a quantidade de crianças internadas com pneumonia no mesmo hospital em que ele está.

“Fico com o coração partido, principalmente no hospital, muito bebezinho, muita secreção, e ainda tenho que fazer de tudo pra ter cuidado com o Arthur, né? Então vocês imaginam como é? A mãe fica doidinha, com os cabelos tudo em pé, mas Deus é maior”, disse ela.

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No dia 17 de maio, Ingra explicou que o filho foi levado para o hospital após sofrer uma parada cardíaca. “Hoje o Arthur teve uma parada cardíaca, já estamos com ele hospitalizado novamente na UTI. Uma síndrome cruel, nos ajuda Deus”, postou. A criança - que permaneceu internada desde o nascimento por ter síndrome de Patau - havia recebido alta médica um dia antes.

“Eu não consigo explicar o que eu senti hoje. Não consegui pensar em mais nada só em agir, para juntas salvar o meu filho. Quero agradecer a Dra Morgana que nos ajudou, fazendo as manobras. Tudo aconteceu muito rápido”, contou Ingra.

“Eu já estava desesperada esperando a ambulância chegar. O meu corpo todo tremendo, mas eu não conseguia fazer nada. Era fazendo e orando”, acrescentou.

A esposa do artista enaltece o trabalho do Samu e agradece a agilidade dos profissionais. “Quero deixar o meu agradecimento a esses três anjos do Samu, que nós prestaram socorro. Foram rápidos, fizeram tudo por nós. Muito obrigada”, diz.

Arthur nasceu no dia 24 de julho de 2023 com uma má-formação congênita associada à síndrome da trissomia do cromossomo 13, mais conhecida como síndrome de Patau, uma condição rara que afeta um em cada quatro mil nascimentos.

“O desenvolvimento dessas crianças, muitas vezes, leva ao aborto. No entanto, quando o bebê nasce ele pode ter muitas anormalidades que podem levar ao óbito antes de um mês. O quadro clínico de crianças com síndrome é variável, e algumas podem ter uma vida mais longa”, esclarece o geneticista Marcos Aguiar, professor aposentado de pediatria da UFMG e criador do serviço de genética do Hospital das Clínicas.


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Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‘NaTelinha’ e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.
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