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Hospitalização de Mingau, do ‘Ultraje a Rigor’, completa um mês; veja o que se sabe

Músico foi baleado na cabeça no dia 2 de setembro no Rio de Janeiro

A hospitalização de Rinaldo Oliveira Amaral, de 56 anos, completa um mês nesta segunda-feira (2). Mais conhecido como Mingau, o baixista do “Ultraje a Rigor” foi baleado na comunidade Ilha das Cobras em Paraty, no Rio de Janeiro, no dia 2 de setembro, e levado em estado gravíssimo para o Hospital Hugo Miranda. Porém, no dia seguinte, ele foi transferido de helicóptero para o Hospital São Luiz do Itaim, da Rede D’Or, em São Paulo, onde permanece estável.

Desde sua internação, Mingau passou por três cirurgias, sendo a primeira intracraniana de emergência. O boletim médico mais recente destaca que ele está sem sedação e em processo de “desmame” da ventilação mecânica. Além disso, conforme a unidade, a “fase de hipertensão intracraniana” foi superada e o músico apresentou abertura dos olhos. No entanto, está sem “interação consciente com o ambiente até o momento”.

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Na semana passada, Isabela Aglio, filha de Mingau, disse que é preciso ter paciência, mas que o pior já passou. “Ele está bem, cada dia se superando graças a Deus e a sua força. Apresenta melhoras e está melhor do que poderíamos imaginar, mas temos que ter em mente que é um trauma grande, recente e neurológico. Então, a palavra é: paciência”.

“Não me restam dúvidas de que tudo está caminhando para o melhor possível. Vamos agradecer pelo milagre e pedir por mais bençãos!”, acrescentou.

Investigação

Naquele dia, Mingau passou pela Praça do Ovo, região conhecida pelo tráfico de drogas, em uma picape escura com película nos vidros - que foi atingida por disparos.

Até o momento, três suspeitos foram detidos pela Polícia Militar do Rio de Janeiro. São eles: João Vitor da Silva (Relíquia), Ray Limeira Belchior e Lorran Nascimento Moraes.

A polícia está à procura de mais dois envolvidos: Pablo Willian da Silva Mostarda, 28 anos, e Hiago Lourenço da Silva, de 22. Na quarta-feira (27) passada, fotos da dupla foram divulgadas em um cartaz do Disque Denúncia.

À CNN, Marcelo Russo, delegado responsável, disse não descartar novos envolvidos na tentativa de homicídio. “Não descartamos a possibilidade, enquanto as prisões vão ocorrendo, de identificarmos outros elementos que, porventura, também possam ter participado da empreitada criminosa que vitimou o Mingau, então nós estamos ainda progredindo”, ressaltou.

Até então, foram apreendidas oito armas. O laudo da perícia técnica de confronto balístico aponta que “tanto o estojo quanto o projétil que foram recuperados no local do crime, ao ser feita a análise com as armas apreendidas, a comparação foi positiva”.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. A reportagem entrou em contato com a instituição e, assim que respondida, está matéria será atualizada.

Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‘NaTelinha’ e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.
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