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Cruzeiro planeja repaginar Raposão e Raposinho para gerar receita com mascotes

Lênin Franco, diretor de Negócios do Cruzeiro, considera mascote com maior potencial entre clubes do Brasil

Raposão e Raposinho têm grande valor de marca, avalia Cruzeiro

A gestão de Ronaldo no Cruzeiro quer transformar qualquer ativo do clube em fonte de renda. Um exemplo disso é a dupla Raposão e Raposinho. Em entrevista ao programa Mesa Redonda, no Youtube da Itatiaia, o diretor de Novos Negócios da equipe celeste, Lenin Franco, revelou que desenvolve planos para gerar receitas com os mascotes.

O diretor, que trabalhou no Bahia e no Botafogo, foi contrato pelo Cruzeiro neste mês de maio e quer dar uma “repaginada” nos mascotes celestes.

“O formato eu não posso contar, mas existem projetos paralelos que se encontram de alguma maneira, como o Raposão e o Raposinho, que a gente também vai dar uma repaginada e estruturá-los”, afirmou Lenin.

“Digo sem medo de errar, porque ter vindo de fora, que não existe mascote no Brasil mais forte que o Raposão. Como produto não existe. É algo muito consolidado na cabeça de todo mundo que acompanha futebol fora do Brasil. Só que ele precisa ser estruturado, precisa virar, de fato, uma unidade de negócio”, continuou.

“Hoje, o Raposão e o Raposinho serão tratados como unidades de negócio geradoras de receita. A partir disso, se consegue atacar em várias frentes, como licenciamento de produtos, participação em eventos, enfim... são várias coisas que essa unidade específica de negócio poderá gerar. O cuidado que a gente tem hoje é de tentar entender tudo o que é potencial, estruturar e transformar em fonte de receita”, finalizou.

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