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Atlético: clube não terá voo fretado pela primeira vez desde o início pandemia

No primeiro desafio da Libertadores, Atlético terá que se desdobrar para montar logística ideal para viajar à Venezuela

Desde que a bola voltou a rolar, ainda com os perigos da Covid-19, em 2020, o Atlético adotou uma logística especial para viagens que, além de mais prática, favoreceu e muito no bem-estar dos atletas. Contudo, logo no primeiro desafio na pré-Libertadores, não poderá colocá-la em prática.

Pela primeira vez em quase três anos, o clube terá que viajar em voo comercial, e não fretado, para um importante desafio. No dia 22 de fevereiro, enfrentará o Carabobo, da Venezuela, tendo que encarar uma verdadeira maratona até chegar a Valencia, cidade da partida.

No país, além de não haver operação de companhias aéreas brasileiras, as venezuelanas seguem regras bem burocráticsa para conseguirem aval de fretamento. É justamente por isso que, buscando otimizar ao máximo a viagem e desgastar o mínimo possível a delegação, o Atlético já estuda o que fazer.

De toda forma, uma conexão no Aeroporto Internacional Tocumen, na Cidade do Panamá, será obrigatória. De lá, após um tradicional “chá de cadeira”, a delegação seguirá para Caracas, capital venezuelana, onde pode passar a noite, ou seguir para Valencia.

O deslocamento da capital à cidade do duelo contra o Carabobo poderá ser feito por via terrestre, percorrendo cerca de 200 quilômetros de estrada, ou aérea, já que, próximo ao estádio Misael Delgado, há o Aeroporto Internacional Arturo Michelena.

A partida de volta será em 1º de março, no Mineirão. Será a vez dos venezuelanos experimentarem a maratona e decidirem a vaga na terceira fase da pré-Libertadores em solo brasileiro.

Henrique André é repórter multimídia e setorista do Atlético na Itatiaia. Acumula passagens por Uol Esporte, Jornal Hoje em Dia e outros veículos. Participou da cobertura de grandes eventos, como Copas do Mundo (2014-18) e Olimpíada (2016-2021).
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