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IBGE pode contratar 39 mil para os Censos do agro e da população em situação de rua

Contratação de funcionários temporários foi autorizada pelo governo federal na última quarta-feira (17)

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IBGE
Maioria das vagas será para recenseadores do IBGE • Tânia Rego/Agência Brasil

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi autorizado pelo governo federal a contratar temporariamente quase 40 mil funcionários para atuarem na realização do próximo Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, além do primeiro Censo da População em Situação de Rua. A autorização foi publicada na quarta-feira (17) pelos ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e do Planejamento e Orçamento.

Segundo o IBGE, as contratações têm como objetivo viabilizar a operacionalização dos levantamentos censitários. As atividades envolvem desde o planejamento técnico até a coleta, supervisão e processamento das informações em todo território nacional. De acordo com o presidente Marcio Pochmann, a maioria das vagas será destinada à função de recenseador.

“Eles serão responsáveis pela coleta de dados em campo, refletindo a dimensão e a importância estratégica de mapear tanto o setor agropecuário quanto a realidade das pessoas em situação de rua no país. Esses censos são fundamentais para fornecer informações atualizadas que subsidiam políticas públicas nas áreas rurais, ambiental e de assistência social, incluindo estratégias de enfrentamento à situação de rua”, disse.

Veja a distribuição de vagas

AtividadeFunçãoQuantidade
Apoio técnico especializadoAnalista censitário1.020
Coleta de dadosRecenseador27.330
Supervisão de coletaAgente censitário supervisor4.143
Administração do posto de coletaAgente operacional regional1.286
Administração da supervisão de coletaAgente censitário regional1.286
Apoio administrativoAgente censitário administrativo1.432
Apoio de informáticaAgente censitário de informática1.446
Supervisão de qualidadeAgente censitário de qualidade1.165
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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.