Gerdau inaugura exposição em BH pelos 40 anos da Usina Ouro Branco
Exibição no Museu das Minas e do Metal resgata a trajetória da maior usina da empresa

A Gerdau lançou nesta sexta-feira (14) a exposição “Usina Gerdau Ouro Branco: 40 anos construindo o futuro” para celebrar quatro décadas de existência da maior usina da empresa, localizada na cidade de Ouro Branco, na Região Central de Minas Gerais. A mostra seguirá até o dia 13 de setembro, no Museu das Minas e do Metal, na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul da capital mineira.
Além de contar a trajetória da usina, a exposição também resgata parte da história da siderurgia brasileira e do desenvolvimento industrial do Estado. A mostra reúne fotografias e registros que ilustram a evolução da unidade, considerada um dos maiores investimentos do país no ano de sua inauguração, em 1986.
“Uma exposição que vai ficar 30 dias no museu para contar a história importante do estado e, ao mesmo tempo em que se conta essa história, celebra o futuro. É uma empresa brasileira, mas mineira de coração. É aqui o nosso presente, o nosso futuro. Grandes investimentos temos feito aqui. É uma hora de alegria muito grande para nós”, disse o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck.
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A exibição retrata ainda os investimentos feitos pela empresa, além de momentos marcantes, como a visita do então príncipe Charles. O público ainda pode contemplar réplicas de obras relacionadas à trajetória da usina e do aço, além de conhecer histórias de trabalhadores. “A ideia da exposição é contar a história de mineiros e mineiras que trabalharam na construção dessa usina. Essa usina é muito representativa na economia, são 10 mil pessoas trabalhando por dia. É uma forma de celebrar nosso estado, nossa economia”, acrescentou Werneck.
A restauradora Laura Fiorini, da Fiorini Ateliê de Restauração, foi a responsável pela recuperação de obras, entre elas a representação do forneiro. “A gente tinha um tempo curto para fazer um restauro extremamente complexo. Mas todos os procedimentos deram certo. O prazo curto permitiu trabalhar e fazer com que tudo chegasse a um resultado positivo”, destacou.
A obra ficou por quatro décadas dentro da mina de Ouro Branco. “Tinha muito minério de ferro aderido na escultura, que é de bronze. Tivemos que remover toda a camada de minério para, enfim, chegar ao bronze e nesse tom escuro, que é a própria oxidação. Na parte dourada, é onde o bronze está vivo”, detalhou.
Para o jornalista João Vítor Xavier, CEO da CNN Brasil e vice-presidente da holding Itasat, a história da Gerdau “se confunde” com a de Minas Gerais. Segundo ele, a empresa é fundamental para o desenvolvimento econômico do estado. “É uma das fontes mais importantes de receita, de geração de emprego, de geração de tecnologia, de inovação para o estado de Minas Gerais. Então, ter uma empresa como a Gerdau em Minas Gerais, ter uma empresa com a relevância da Gerdau em Minas Gerais, é um orgulho para todos nós mineiros. E o que a gente mais deseja é que boas empresas como a Gerdau sempre cresçam por aqui”, concluiu.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de Agro e Brasil.
Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, trabalhou na produção de matérias para a rádio, na Central Itatiaia de Apuração e foi produtora do programa Itatiaia Patrulha. Atualmente, cobre factual e é repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.




