Cerveja fica em média até 13,71% mais cara em Belo Horizonte, diz pesquisa

Ainda, o valor do produto varia até 161% entre estabelecimentos na capital mineira conforme estudo do site Mercado Mineiro

Além do teor, o volume, ou seja, a quantidade das bebidas também podem influenciar na carga tributária dos produtos

A cerveja está, em média, até 13,71% mais cara em Belo Horizonte em janeiro deste ano na comparação com fevereiro do ano passado, revela pesquisa do site Mercado Mineiro divulgada nesta segunda-feira (19). Ainda, o valor do produto varia até 161% entre estabelecimentos na capital mineira conforme o levantamento mais recente do portal.

De acordo com o estudo, a maior flutuação de preços ocorre com a Bohemia de 600 ml, que é encontrada entre R$ 8 e R$ 20,90 na cidade. A garrafa da Brahma foi encontrada por valores entre R$ 9,50 e R$ 17 e, a Amstel, de R$ 10 a R$ 19,90. A Heineken de 600 ml variou um pouco menos, sendo vendida de R$ 15 a R$ 22, enquanto o preço da Original de 600 ml varia entre R$ 12 e R$ 22,90.

De acordo com a pesquisa, as variações abruptas de preço se justificam em função da localização do bar, da infraestrutura do local e da “tradição” do estabelecimento. O levantamento foi feito entre os dias 12 e 15 de janeiro deste ano, com base nos preços de 73 bares de Belo Horizonte. Nenhum valor inclui os 10% cobrados no final da conta.

Caipirinha mais ‘salgada’

Outros produtos comercializados em bares também encareceram. Os preços médios da caipirinha subiram de R$ 17,01 para R$ 19,33, aumento de 13,65%, enquanto a porção de batata frita subiu de R$ 30,09 para R$ 33,69, avanço de 11,95% no período.

Mesmo considerando a qualidade e a quantidade das porções nos bares, a variação de preço em janeiro deste ano foi alta. A porção de fritas é vendida entre R$ 18 e R$ 54,90 na capital, enquanto a de mandioca frita chega a variar 317,99%, com valores entre R$ 18,90 e R$ 79.

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Jornalista pela UFMG, Lucas Negrisoli é editor de política. Tem experiência em coberturas de política, economia, tecnologia e trends. Tem passagens como repórter pelo jornal O Tempo e como editor pelo portal BHAZ. Foi agraciado com o prêmio CDL/BH em 2024.

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