Acrobacia financeira: pesquisa aponta que apenas 23% dos brasileiros conseguem guardar dinheiro
Levantamento do Banco Inter, em parceria com a Consumoteca, revelou que menos de 30% das pessoas dizem ter a vida financeira em ordem

A vida financeira do brasileiro segue na corda bamba. Agora, uma nova pesquisa mostra que esse improviso diário tem lógica, padrão e até método. O “Acrobacia Financeira”, estudo do Banco Inter em parceria com a Consumoteca, revela que menos de 30% das pessoas dizem ter a vida financeira em ordem, enquanto 23% conseguem guardar dinheiro com regularidade.
A instabilidade gera estresse: quanto pior a situação, maior a tensão. Entre quem vive “no limite”, o índice de ansiedade chega perto de 7 em uma escala de 10. E é justamente nesse ponto que muitos recorrem ao crédito.
Mais da metade dos brasileiros usou algum tipo de crédito no último ano, principalmente quem está na faixa de maior instabilidade. Mas quase metade já teve pedido negado — o que aumenta a sensação de insegurança e falta de transparência dos bancos.
“Qual que é a abordagem [dos bancos]? Seu crédito foi negado. Ah, por que foi negado? Porque sim. Mas por quê? Porque eu que decido. Não deveria ser assim. Como é que a gente é mais transparente com o cliente? Como é que a resposta não é por que sim ou por que não? É pelos fatores A, B e C e você pode fazer alguma coisa a respeito disso. Você pode ter experiência significativa. Eu posso te ajudar a evoluir e à medida que você vai se ajudando, a gente vai conhecendo o cliente, a gente vai se conhecendo e a gente vai podendo fazer ajudas cada vez mais objetivas e mais customizadas”, explicou Riccio.
Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.



