Itatiaia

Preço do café não para de subir indicando altas até o ano que vem

A guerra no oriente e o clima descontrolado tiveram contribuição direta na disparada do café

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Preço do café não para de subir indicando altas até o ano que vem • Divulgação

Amigas e amigos do agro!

A guerra no oriente médio teve tanta importância no preço do café quanto o clima adverso que atacou os cafezais brasileiros, especialmente os mineiros e também os da América Central e da Etiópia, maior produtor africano.

O Vietnã, líder mundial no café robusta, inflacionou a bolsa de Londres com os preços se multiplicando por 5, após o fechamento do Canal de Suez pelo grupo de terroristas iranianos Houthis.

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Aumentava o consumo mundial de café, estoques baixavam e as chuvas que desfolhavam os cafezais mineiros indicavam uma crise inflacionária.

2025 não é ano de bienalidade positiva do café (boa produção) e o mercado vai depender do volume produzido somado aos estoques mundiais.

Na Semana Internacional do Café conversando com o presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo que falava sobre o café que mundialmente só era menos consumido que a água.

Discordei da autoridade do presidente e disse que a água se bebe pelo prazer e pela necessidade fisiológica. O café é simplesmente pelo prazer! Então o café é o número “1” na minha opinião.

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Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.