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Feijão dispara preço para o consumidor e cai as vendas nos supermercados

Preço do feijão alcança marca histórica nas gôndolas dos supermercados e afastou muitos consumidores da proteína

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Feijão carioca entra em maio com ligeira queda, só que no momento não cai o preço para o consumidor • Embrapa/Divulgação

Amigas e amigos do Agro!

Os preços do feijão carioca fecharam o mês de maio com os mais valores da história para o consumidor.

O quilo do feijão de primeira qualidade ultrapassou a 15 reis, ficando o de segunda qualidade entre 10 e 12 reais. O feijão preto, por sua vez, ficou na faixa de 7 a 9 reais.

O feijão inflacionado provocou queda nas vendas de supermercados e sacolões. O Ibrafe - Instituto Brasileiro do Feijão - informa através de pesquisa em uma grande rede de supermercados, que na categoria básica o feijão baixou de 102 mil unidades vendidas para 95 mil unidades.

Porém, o faturamento teve alta de 32% passando de 647 mil reais para 852 mil reais, ou seja, o consumidor comprou menos feijão e pagou bem mais caro por ele.

O feijão carioca entra em maio com ligeira queda, só que no momento não cai o preço para o consumidor.

As novas tarifas dos Estados Unidos para produtos agrícolas brasileiros voltam a preocupar alguns setores como o do café solúvel, pescados, florestais e sucroalcooleiros (etanol e açúcar).

A Federação dos agricultores do Rio Grande do Sul calcula em 1 bilhão de dólares o impacto sobre os produtos tarifados, lembrando que a carne bovina, café em grão, algumas frutas e nozes estão sem tarifas.

Esse é um assunto que poderá continuar sendo discutido entre os representantes dos governos brasileiro e americano até o dia 15 de julho, data para as tarifas entrarem em vigor.

E a China reconheceu o Brasil como um país livre da febre aftosa sem vacina, mas nada tem a ver com o tarifaço de 57% sobre a carne bovina que pode ser aplicado em breve.

A respeito do tarifaço o governo chinês se mantém em silencio.

Itatiaia Agro
Valdir Barbosa

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Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.