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Como as pessoas no Brasil estão vendo o metaverso e as realidades estendidas?

Leia a coluna de Tiago Belotte 

A maioria dos brasileiros vê a possibilidade de se envolver com o metaverso e a realidade virtual no cotidiano como algo positivo. Mas antes de mais nada, vamos alinhar os conceitos.

Metaverso é um mundo virtual onde você pode transitar, interagir socialmente e realizar diversas atividades de forma similar como faz no mundo físico. Já a realidade virtual é mais limitada, apesar de ser muito semelhante. Ela é apenas um espaço virtual restrito e sem a lógica de interações sociais. Por último, a realidade aumentada é a visualização de objetos virtuais em ambientes físicos com uso de telas, como a do smartphone ou com uso de óculos específicos.

Agora então, podemos falar sobre os resultados da pesquisa recém divulgada pela Ipsos, que buscou saber as impressões das pessoas no Brasil e em outros 28 países sobre esses temas.

Para 60% das pessoas no Brasil, a possibilidade de se envolver com realidade virtual no cotidiano é algo positivo. Se levarmos em conta as respostas de todos os países, o Brasil fica acima da média global, que ficou em 50%. Liderando a turma dos mais positivos estão China e Índia com índices de 78% e 75%.

Ainda de acordo com a pesquisa, 73% dos brasileiros acreditam que, nos próximos dez anos, a maneira como consumimos serviços de entretenimento digital sofrerá mudanças significativas. Sobre as configurações do trabalho remoto, 73% acham que vão mudar. Em relação aos serviços de ensino a distância e jogos virtuais, 71% acham que no mesmo período haverá grandes mudanças.

Um bom exemplo das mudanças que vêm por aí foi dado essa semana pela USP. A Universidade de São Paulo anunciou que será a primeira instituição de ensino público brasileira a entrar no metaverso.

É o futuro se tornando presente.

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