Zema no PSD e Aécio vice de Pacheco? Entenda
Os últimos frames considerados 'delírios' pelos alvos da notícia

Faltando 10 dias para o fechamento da janela partidária e com alianças políticas ainda indefinidas em Minas Gerais, a cada dia surge uma nova especulação.
Nesta terça-feira (24), circulou a possibilidade de uma composição unindo o senador Rodrigo Pacheco (PSD) e o deputado federal Aécio Neves (PSDB). Na configuração, Pacheco seria cabeça de chapa, e Aécio Neves ou João Leite ocupariam a posição de vice. A ideia foi classificada como “delírio” pelo entorno de ambas as partes.
Pacheco e Aécio
No PSDB, a premissa básica é fazer oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principal entusiasta da candidatura de Pacheco. Na versão dos que imaginam a chapa, em uma eventual vitória, Pacheco seria indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) no meio do mandato, e Aécio assumiria o governo de Minas Gerais pela terceira vez.
No caso de João Leite, o ex-deputado desistiria da Câmara Federal para disputar o cargo. As duas possibilidades são descartadas pelos tucanos.
Já Pacheco, que conversa com MDB e União Brasil, mas deve ir para o PSB, ainda nem definiu se será candidato.
Zema
Sobre a possibilidade de Romeu Zema migrar para o PSD, partido de Mateus Simões, para ser vice de Flávio Bolsonaro (PL), embora a hipótese circule nos bastidores, o novista nega.
O ex-governador de Minas Gerais insiste que permanece no Novo e que pretende disputar o Palácio do Planalto. Para os defensores da tese de mudança, a migração seria uma forma de Zema garantir apoio a Simões, que ainda não decolou nas pesquisas.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.
