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Termina 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas: a ONU está cumprindo o objetivo?

Organização foi criada em 1945 para manter a paz, a cooperação e a segurança internacional

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80ª Assembleia Geral da ONU
80ª Assembleia Geral da ONU • Loey Felipe

A Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada uma vez por ano, em setembro, em Nova York, termina nesta terça-feira (30), após uma semana de debates com discursos dos 193 países membros. Na 80ª edição, o evento teve como pano de fundo, as tentativas de alguns de seus membros de acabar com guerras armadas e impasses comerciais.

Embora dentro do debate oficial, os membros não tenham encontrado soluções: o estado da Palestina não foi criado, Benjamin Netanyahu foi vaiado, Lula e Trump se falaram, mas não negociaram.

Nos encontros às margens da Assembleia, as principais lideranças do mundo deram start a negociações que podem resolver conflitos históricos. Volodymyr Zelensky tentou abrir mais uma porta de interlocução com o russo Vladimir Putin, desta vez recorrendo ao Lula, Trump acenou para o Brasil para encontro que pode solucionar a crise do tarifaço e propôs um Plano que, após dois anos, pode acabar com o conflito na Faixa de Gaza.

Na proposta, o Hamas liberaria os reféns israelenses, entregaria as armas, não governaria a Faixa de Gaza - que ficaria sob o comando de um Conselho de Paz e Israel libertária palestinos presos após o ataque do Hamas e que estavam condenados à prisão perpétua.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.