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PEC do fim da escala 6x1 pode ficar para depois das eleições, avalia oposição

Decisão sobre calendário será tomada na próxima semana

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Plenário do Senado
Plenário do Senado • Jefferson Rudy/Agência Senado

O debate sobre a PEC do fim da escala 6x1 pode ficar para depois do recesso parlamentar no Senado. Embora o governo defenda a votação ainda no primeiro semestre, de modo que a promulgação ocorra antes das eleições, parte da oposição trabalha no sentido contrário.

A avaliação entre opositores do governo é de que a Proposta de Emenda à Constituição possa ser apreciada apenas após o pleito eleitoral. Assim, o presidente Lula não colheria nas urnas os frutos da aprovação.

A estratégia para atrasar a votação é adotar um rito que faça a PEC passar por mais comissões, além da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A decisão sobre o trâmite da matéria será tomada na próxima semana.

No Senado, também tramita a PEC apresentada pelo senador Rogério Marinho, coordenador da campanha do senador Flávio Bolsonaro. A proposta atende a demandas dos empregadores e prevê que o acordado entre patrões e empregados prevaleça sobre o legislado, a exemplo do que foi estabelecido pela última reforma trabalhista.

Com a disputa acirrada, a votação da PEC do fim da escala 6x1 pode ficar para depois das eleições.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.