Eduardo Bolsonaro, Gustavo Gayer e Bia Kicis devem compor a comitiva brasileira para a posse de Trump
Parlamentares bolsonaristas vão viajar para os Estados Unidos em janeiro. Com passaporte retido, Bolsonaro não irá ao evento

Uma comitiva de deputados brasileiros ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro está de viagem marcada para os Estados Unidos para acompanhar a posse de Donald Trump. A solenidade será o dia 20 de janeiro, em Washington.
O grupo é coordenado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho o ex-presidente. Pelo que apurou a coluna, também devem estar presentes os deputados federais Gustavo Gayer (PL-RJ) e Bia Kicis (PL-DF). Nikolas Ferreira (PL-MG) ainda não é presença confirmada.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também já teria recebido o convite, segundo fontes da coluna, mas não teria divugado a informação já que não pretende pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que libere seu passaporte.
O documento foi retido em função da investigação da tentativa de golpe com o objetivo de evitar que investigados fujam do Brasil. A avaliação da equipe jurídica e do Clã Bolsonaro, a princípio, é que a reivindicação receberia negativa, o que traria mais desgaste à Bolsonaro.
Além de ser o interlocutor internacional da família, Eduardo Bolsonaro é muito próximo do filho de Donald Trump. Segundo aliados do ex-presidente brasileiro, sem Bolsonaro, a ex primeira-dama, Michelle, também não deve ir à cerimônia. Os Bolsonaro serão representados pelo deputado federal.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



