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Pedra do Elefante: Polícia Civil abre inquérito para investigar morte de mulher que fazia rapel em Andradas, em MG

Vítima caiu e projetou o corpo contra o paredão rochoso e a vegetação; razão da queda ainda é desconhecida

Mulher era praticante experiente de rapel e caiu de altura de quase 100 metros

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que instaurou inquérito para investigar as circunstâncias da morte de uma mulher, de 36 anos, que caiu e morreu na região conhecida como Pedra do Elefante, durante prática de rapel, em Andradas, no Sul de Minas Gerais, no sábado (5).

De acordo com a delegada Michele Rocha, uma equipe de peritos iria até a área do acidente, nesta segunda-feira (7), acompanhada de testemunhas, para fazer perícia.

A PCMG disse ainda que investigadores iniciaram levantamentos preliminares para esclarecer o caso.

Queda e morte

A mulher, de 36 anos, morreu enquanto praticava rapel na Pedra do Elefante, em Andradas, no Sul de Minas Gerais, no sábado (5).

Segundo o Corpo de Bombeiros, o solicitante, de 31, também realizava a atividade com outras duas mulheres: a vítima e uma outra mulher, de 33. Eles eram experientes em rapel e vieram de São Paulo.

Durante a descida, faltando aproximadamente 93 metros para a base da serra, a vítima caiu, projetando o corpo contra o paredão rochoso e a vegetação na base da Pedra do Elefante. A razão da queda ainda é desconhecida.

Ao terminarem a descida, os demais integrantes do grupo localizaram a vítima, que já estava morta.

O Corpo de Bombeiros foi até o local e andou 6 km em uma mata fechada até encontrarem a vítima. Ela já estava morta devido aos traumas causados pela terra.

O corpo da vítima foi removido do terreno, que era de difícil acesso, e depois encaminhado para o Instituto Médico Legal de Poços de Caldas.

Alex Araújo é formado em Jornalismo e Relações Públicas pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH) e tem pós-graduação em Comunicação e Gestão Empresarial pela Universidade Pontifícia Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Já trabalhou em agência de publicidade, assessoria de imprensa, universidade, jornal Hoje em Dia e portal G1, onde permaneceu por quase 15 anos.