A Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) se posicionou nesta segunda-feira (10) sobre o caso da oficial de justiça agredida por um sargento da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Maria Sueli Sobrinho, de 48 anos, foi
Em nota, a Fenajud chamou o episódio de “violência brutal e covarde”. “É inaceitável e inadmissível que uma trabalhadora, uma mulher, no exercício de suas funções públicas, seja agredida dessa maneira”, afirma.
O sindicato reclamou da falta de proteção a oficiais de justiça durante diligências externas e disse que o caso “expõe a vergonhosa seletividade da segurança institucional, que protege apenas a magistratura, deixando os servidores completamente desamparados”.
Por fim, a nota informa que o Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais (Serjusmig) disponibilizou apoio jurídico e psicológico para Maria Sueli Sobrinho.
O caso
A oficial de Justiça Maria Sueli Sobrinho, de 48 anos, foi
O suspeito foi identificado como
A agressão aconteceu no Dia Internacional das Mulheres quando a vítima entregou uma intimação ao enteado do militar.
O suspeito resistiu à prisão e agrediu outro sargento. Ele foi autuado na justiça militar pelos crimes de agressão a subordinado, descumprimento de ordem, desrespeito a superior, desobediência e ameaça.