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Inteligência artificial e ética

Saúde e paz, amados e amadas de Deus

O Papa Francisco, em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, expressou a sua preocupação com o avanço da inteligência artificial. Não se trata de resistência ao progresso científico e tecnológico. Trata-se de uma necessária reflexão sobre os impactos desse progresso na vida das pessoas.

O Papa argumenta que todo avanço técnico-científico não pode ser rapidamente considerado bom ou ruim. As novas ferramentas precisam estar à disposição de toda a humanidade, sem gerar exclusões, ou acentuar as desigualdades.

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Na mensagem, o Pontífice lembra: quando se fala em inteligência artificial, contempla-se uma “galáxia de realidades diversas”. Cada uma dessas realidades deve ser criticamente avaliada, para que não afrontem valores humanos essenciais: privacidade, inclusão, transparência, segurança, equidade e respeito. Os promotores das ciências possam sempre priorizar a fraternidade e a dignidade. Somente assim se configura um horizonte iluminador para o desenvolvimento tecnológico e científico.

Fraterno abraço, com muita amizade!


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O Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidiu a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e publica semanalmente aos sábados no Portal Itatiaia.
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