PC mira quadrilha suspeita de aplicar golpes digitais e lavar dinheiro em SP, MG e DF

São cumpridos, nesta terça-feira (24), 120 mandados de busca e apreensão e 53 mandados de prisão temporária

A Polícia Civil de São Paulo, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), com apoio do Ministério Público, pelo Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP), realiza, nesta terça-feira (24), operação que investiga quadrilha suspeita de aplicar golpes digitais e lavar dinheiro.

São cumpridos 120 mandados de busca e apreensão e 53 mandados de prisão temporária em São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, na ação batizada de “Operação Fim da Fábula”.

Foi autorizado ainda o bloqueio de 86 contas bancárias, de pessoas físicas e jurídicas. O bloqueio pode chegar a R$ 100 milhões, em cada uma delas.

Segundo a polícia, o bando é especializado em fraudes eletrônicas e estelionatos pela internet, usando diferentes modalidades de golpes para enganar vítimas e desviar valores. Entre eles estão os golpes do INSS, do falso advogado e o da mão fantasma, além de fraudes com cartões clonados, falsas centrais telefônicas e o uso de bets e fintechs para clonagem de chaves PIX.

Como parte da ofensiva contra o patrimônio da quadrilha, a Justiça paulista determinou o bloqueio de bens móveis e imóveis dos investigados.

De acordo com o Ministério Público, foram identificados ao menos 36 imóveis, muitos registrados em nome de laranjas ou empresas de fachada, além de centenas de veículos e embarcações.

O objetivo é rastrear, apreender e confiscar os bens obtidos de forma ilegal, garantindo o ressarcimento das vítimas e a recuperação dos valores desviados.

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

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