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Mais de 10 drones são apreendidos levando drogas e mais de 20 celulares para presídios mineiros

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Mais de 10 drones são apreendidos levando drogas e mais de 20 celulares para presídios mineiros

Pixabay/ reprodução - imagem ilustrativa

Em três meses de atuação, drones das Forças de Segurança de Minas Gerais apreenderam pelo menos 13 drones durante uma tentativa de levar celulares, drogas e outros itens para dentro de presídios do estado.

Segundo balanço do Coordenador de Operações com Aeronaves Remotamente Pilotadas da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) Ramon Dornelis, ao todo 21 celulares foram apreendidos, mais de 100 porções de drogas e seis chips de telefone. De acordo com balanço, com a contramedida do kit anti-drone, automaticamente o círculo de proteção fica mais eficaz, assim neutralizando qualquer ameaça que venha do perímetro externo para as unidades prisionais.

Os drones, atuam como uma medida extra, já que todas as 172 unidades prisionais de Minas se tornaram zonas com espaço aéreo restrito, a exemplo do que ocorre com os aeroportos. Assim, os equipamentos comprados por criminosos ou pessoas desavisadas recebem uma configuração de fábrica que impede que eles levantem voo perto dos presídios.

Ainda assim, alguns equipamentos são modificados para o cometimento de crimes, e a tecnologia permite o rastreamento dos responsáveis pela operação dessas aeronaves pilotadas remotamente, como explica Ramon Dornelis.

“O kit de imediata resposta anti-drone atua de maneira adicional nas ocasiões em que os criminosos conseguem burlar o bloqueio de espaço aéreo das unidades prisionais. Esse kit é composto pelo RF Patrol, que é um equipamento capaz de realizar a detecção.”

O coordenador de operações com aeronaves remotamente pilotadas esclarece ainda que os equipamentos apreendidos passam a ser usados pela equipe da Segurança do Estado.

“Visando fortalecer o treinamento e o patrulhamento aéreo das unidades do nosso estado, as aeronaves que são apreendidas e confiscadas pela justiça, que não estão em condições de uso para operar, elas são utilizadas como doadoras de peça para outros equipamentos similares, objetivando manter a manutenção com o próprio custo das apreensões que estão sendo realizadas”.

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