A mãe da viúva de Guilherme de Pádua procurou a Polícia Civil, em outubro passado, para informar o
“Eu não sumi. Inclusive eu moro sozinha, né? Então, é muito complicado uma pessoa que mora sozinha sumir assim. Eu estava mantendo contato com a minha mãe o tempo todo pelas redes sociais e por telefone. Inclusive hoje mesmo. Essa complicação toda infelizmente são coisas de família, coisas pessoais, particulares”, explicou.
Juliana nega ter sido vítima de estelionatários
No boletim de ocorrência do desaparecimento, a mãe de Juliana disse que a filha começou a se desfazer do patrimônio pessoal, como veículos, móveis e eletrodomésticos e pediu dinheiro emprestado para familiares e colegas da igreja. A mulher estaria em contato com prováveis estelionatários que teriam se aproveitado e convencido ela a transferir quantias por meio de Pix.
A viúva de Guilherme de Pádua nega ter sido vítima de criminosos. “Isso não confere. Eu estou o tempo todo na casa de um amigo, inclusive que já morou um ano com o meu esposo (Guilherme) e três meses comigo. Ele está me ajudando em uma situação”, disse.
Juliana ainda negou estar sendo ameaçada. “Eu estou super bem, graças a Deus. O pessoal que está preocupado, eu agradeço muito a preocupação. Todo mundo nas redes sociais está especulando e eu até entendo essas especulações, mas está tudo bem comigo. Não tem nada com o que se preocupar”, tranquilizou.
Viúva diz estar triste com os familiares
A viúva de Guilherme de Pádua revelou que ao perder o telefone celular e precisar viajar, a família pensou que ela havia sumido. “Eles acabaram achando que eu estava desaparecida. Mas isso não é verdade. Depois do dia 16 de outubro (quando a família denunciou o desaparecimento de Juliana) eu falei com a minha família quase todos os dias. Entrei em contato com a minha mãe duas vezes ontem e com meu pai e com a minha irmã essa semana”, contou.
Ela disse estar triste com os familiares e se sentindo exposta.
Na verdade, eu fiquei triste. Porque uma coisa é eles acharem que eu estava desaparecida e ir na delegacia fazer um boletim. Outra coisa é eles me exporem nas redes sociais. Eles sabem que eu já passei por uma situação na época do Guilherme, em que eu fui muito exposta. Então, não queria estar sendo exposta de forma nenhuma. É uma situação bem desagradável
A viúva de Guilherme de Pádua alega que não tem atraso mental, como divulgado pela família. “Eu pedi para a minha mãe mostrar o laudo que eu tenho algum atraso mental. Ela não conseguiu mostrar porque de fato não tem. O que eu tenho é TDH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade). Não é nada de atraso mental”, se defendeu.
Guilherme de Pádua foi uma “pessoa maravilhosa”
Casada com o pastor Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato da atriz Daniella Perez, em 1992, Juliana revela que o marido foi uma “pessoa incrível e maravilhosa”. A morte de Guilherme completa um ano nesta sexta-feira (6). O religioso foi vítima de infarto e morreu, aos 53 anos, em Belo Horizonte.
Hoje seria um dia que eu poderia chorar no meu quarto, lembrar dos momentos que nós tivemos. Ele foi uma pessoa incrível, maravilhosa. Agora, eu estou passando essa situação toda dentro de uma delegacia para poder resolver uma questão familiar. Só posso dizer que é triste e constrangedor. Estou muito triste mesmo, em choque
A viúva ainda ressaltou que nunca desejou ser exposta novamente. “Se eu fosse querer aparecer, eu estaria sempre exposta, mas é não é o meu intuito. Eu quero ser uma pessoa discreta, eu acho que tudo isso que aconteceu, principalmente com meu marido foi uma repercussão muito desnecessária. Eu quero coisas boas para a minha vida e seguir em paz, tranquila, me ausentando das redes sociais, não aparecendo de forma nenhuma”, concluiu.