O vermelho, o branco e o preto, cores do
O cortejo seguiu com o estandarte, bandeirões e a representação da cobra-coral, com cerca de 30 metros de comprimento, símbolo do clube pernambucano. Os foliões, em sua maioria vestindo camisas do Santa Cruz, acompanharam o cortejo com cantos puxados por membros de torcidas organizadas e pela orquestra.
A aposentada Creusa Ferreira, de 72 anos, acompanhou o cortejo ao lado do marido e do neto, Cauan Ferreira, de 13 anos. Eles, que moram no
A troça é uma tradição na família de Creusa, que se reúne ano após ano para seguir o cortejo. “Eu sou Santa Cruz, meu esposo, meus filhos. E agora o meu neto. É algo que a gente vai passando de um para o outro”, afirmou.
Para o garoto Cauan Ferreira, acompanhar o cortejo em Olinda "é tão emocionante” quanto a experiência no estádio de futebol. “Gosto muito porque sou torcedor do Santa Cruz. E no cortejo tem quase tudo que tem no estádio”, contou.