Sensitivo Rodrigo Tudor alerta algozes do cachorro Orelha: 'A justiça divina é implacável'
Sensitivo falou sobre o caso no Programa Acir Antão, da Itatiaia

O sensitivo Rodrigo Tudor fez um alerta aos suspeitos que agrediram o cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Santa Catarina. O caso chocou o Brasil devido à crueldade com o cão. Tudor, durante o Programa Acir Antão, da Itatiaia, afirmou que a justiça da Terra pode falhar, mas a divina nunca falha.
"As pessoas que fizeram isso não sabem do carma que elas geram para a vida delas, porque você tirar uma vida de outro ser é uma coisa inenarrável, não tem o que falar", disse.
"A gente sabe que o mal existe, mas também tem as pessoas de índole ruim. Essas são pessoas de índole ruim. E você pode ter certeza, pode não dar nada na Justiça, mas existe uma força superior que, na hora certa, ela cobra", acrescentou.
Para Tudor, falta limite na educação dos adolescentes e reiterou que a justiça divina virá e 'ninguém ficará de pé'. "Da Terra aqui pode não dar nada, não, mas a divina, quando vem, ela é assim, uma mão implacável, não fica ninguém de pé", finalizou.
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Morte de Orelha
O cão comunitário Orelha foi brutalmente agredido e foi encontrado agonizando por uma mulher na Praia Brava, em Santa Catarina. Ele chegou a ser levado a um veterinário, mas passou por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.
Quatro adolescentes são suspeitos de terem cometido o crime. Dois deles foram alvos de mandados de busca e apreensão da PC nessa segunda-feira (26), enquanto os outros dois estavam em viagens programadas aos EUA. Os adolescentes retornaram nesta quinta-feira (29) ao Brasil e tiveram os celulares apreendidos.
Os adolescentes também são alvos de investigação por maus-tratos a outro animal, um cão caramelo que teria sido jogado no mar e sobreviveu.
Três homens, um advogado e dois empresários foram indiciados pelo crime de coação no curso do processo. Dentre eles, estão pais e um tios dos adolescentes.
O caso causou revolta nas redes sociais. Diversos famosos e políticos se manifestaram pedindo justiça pelo cão.
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.



