Corpos de mineiros mortos em Santa Catarina ainda não foram liberados

Familiares aguardam atestado de óbito para iniciar o translado dos corpos

Guilherme tinha 20 anos e havia se mudado para Santa Catarina em busca de oportunidades de trabalho

Os corpos dos mineiros encontrados enterrados em Biguaçu, na Grande Florianópolis, em Santa Catarina, nesse sábado (3), ainda não foram liberados do Instituto Médico Legal (IML). Eles estavam desaparecidos desde o último domingo (28).

A informação foi confirmada à Itatiaia neste domingo (4) pela irmã de uma das vítimas: Guilherme Macedo de Almeida, de 20 anos, natural de Guaranésia, no Sul de Minas.

Segundo a familiar, o corpo do irmão e dos outros três amigos só serão liberados após emissão do atestado de óbito, previsto para ser entregue à família nesta segunda-feira (5), às 9h.

Após liberação, o corpo de Guilherme será transportado para Guaranésia para o velório, sepultamento e despedidas finais.

Além de Guilherme, estavam desaparecidos Daniel Luiz da Silveira, de 28 anos, natural de Guaxupé; Bruno Máximo da Silva, de 28 anos, também de Guaranésia; e Pedro Henrique Prado de Oliveira, de 19 anos, natural de Araraquara-SP.

Jovens desaparecidos em SC

Os quatro foram vistos pela última vez por câmeras em frente ao apartamento onde moravam juntos. Os corpos foram localizados abandonados às margens de uma estrada no Bairro Fundos.

No local, os militares confirmaram a situação. Os corpos já estavam em estado de decomposição quando foram encontrados. A área foi imediatamente isolada.

Guilherme começaria em um novo emprego nesta segunda; Daniel e Pedro já moravam em SC há cerca de dois meses; e Bruno teria chegado a São José na sexta-feira (26).

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André Viana é jornalista, formado pela PUC-MG. Já trabalhou como redator e revisor de textos, produtor de pautas e conteúdos para rádio e TV, social media, além de uma temporada no marketing.

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