A família de Guilherme Macedo de Almeida, de 20 anos, um dos
Em conversa com a reportagem da Itatiaia, nesta sexta-feira (2), Laís Almeida, irmã de Guilherme, contou que ele mantinha contato frequente com os familiares, mas que o último foi uma ligação de vídeo no sábado (27).
“Minha mãe conversava com o Guilherme todos os dias. No sábado, ele disse que estava com o Daniel [também desaparecido]. No domingo ele já não respondeu mais”, contou Laís.
Segundo ela, a mãe a procurou por volta das 22h, preocupada com o jovem, que não atendia as ligações. “Eu tentei ligar no celular dele, mas dava fora de área, e pelo Instagram e WhatsApp também”, explicou.
De início, Laís suspeitou que ele teria saído e retornaria depois. Porém, a angústia aumentou na segunda-feira, quando a irmã tentou contato novamente, mas não obteve resposta de Guilherme.
Na tarde do mesmo dia, ela procurou a polícia e registrou um boletim de ocorrência. Dias sem notícias, Laís relatou que a família vive momentos de “aflição” e “angústia”.
"É muita angústia, aflição e raiva. Estamos aflitos, esperando respostas”, lamentou. Em nota, a Polícia Civil de Santa Catarina informou que está investigando o desaparecimento dos quatro jovens.
“De acordo com as investigações, eles foram vistos pela última vez no Centro de Florianópolis. Logo que tomou conhecimento dos fatos, a PCSC deu início às diligências e ouviu familiares dos desaparecidos, que teriam vindo para Santa Catarina, em busca de trabalho”, disse a corporação.
Desaparecimento
Guilherme, natural de Guaranésia, na Região Sudeste de Minas Gerais, desapareceu com outros três amigos, que moravam juntos em São José. São eles:
- Daniel Luiz da Silveira, de 28 anos, natural de Guaxupé-MG;
- Bruno Máximo da Silva, de 28 anos, natura de Guaranésia-MG;
- Pedro Henrique Prado de Oliveira, de 19 anos, natural de Araraquara-SP.
Guilherme começaria em um novo emprego na segunda-feira (5); Daniel e Pedro já moram em SC há cerca de dois meses; e Bruno teria chegado a São José na sexta-feira (26).