Misantropia: alerta da Defesa Civil segue fora do ar e SP não envia mensagem sobre chuva
Defesa Civil nacional suspendeu acesso ao sistema desde o incidente cibernético ocorrido no último sábado (20)

A Defesa Civil de São Paulo não conseguiu enviar alertas sobre as chuvas dessa terça-feira (23). O sistema que manda mensagem para os celulares segue fora do ar, depois dos problemas cibernéticos ocorridos no último sábado (20).
O estado paulista enfrentou um dia de chuva forte. O acumulado ultrapassou os 50 milímetros em seis horas em cidades importante como São Paulo, Sorocaba, Santo André, Barueri e Bertioga.
A Defesa Civil de São Paulo informou que possivelmente SMS seriam enviadas como alerta por conta da chuva.
“O sistema continua suspenso. A Defesa Civil nacional continua suspendendo os acessos, e os estados ainda não conseguem entrar na plataforma”, explicou o tenente Maxwel Souza.
O nível do alerta que deixou de ser enviado em São Paulo não seria extremo, mas num patamar menor, como o severo.
Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo (CGE), pelo menos 15 pontos de alagamento foram registrados na cidade ao longo dessa terça-feira (23).
Os próximos dias devem seguir com chuva, o que eleva o risco para deslizamentos por conta do acumulado de água no solo.
O ataque
A madrugada do último sábado (20) foi marcada por alertas sonoros emitidos pelo Sistema Defesa Civil Alerta com a palavra "misantropia" — que significa ódio à humanidade. Durante as investigações, foram identificados 10 alertas disparados de modo indevido.
A principal suspeita é de que o Sistema Defesa Civil Alerta tenha sofrido um ataque hacker.
*Com informações de André Rigue, da CNN Brasil
Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.
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