Homem é preso com réplica de fuzil feita em impressora 3D no interior de SP

Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi indiciado por tráfico de drogas e crime contra a saúde pública

Um homem, de 40 anos, foi preso em flagrante nessa quinta-feira (19), após fazer uma réplica de fuzil utilizando uma impressora 3D, em Americana, no interior de São Paulo. O simulacro foi apreendido e o suspeito foi indiciado por tráfico de drogas e crime contra a saúde pública.

A apuração teve início após denúncia anônima indicar que uma loja de produtos importados estaria sendo usada como fachada para o armazenamento e a distribuição de drogas e medicamentos para controle de peso sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na residência e no estabelecimento comercial ligados ao suspeito, os policiais apreenderam um pacote de maconha, 11 ampolas de medicamentos para emagrecimento, além de 24 seringas.

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Também foram apreendidos R$ 2,5 mil em espécie, 15 celulares, dois notebooks, um pendrive e duas máquinas de cartão e a réplica do fuzil.

As investigações seguem em andamento, pois há indícios de que o estabelecimento também estaria sendo usado para confeccionar ou produzir peças que podem ser acopladas ou utilizadas em armas de fogo reais.

O homem, que já possuía antecedentes por tráfico de drogas, foi encaminhado à unidade policial, onde a prisão em flagrante foi registrada. Ele permanece à disposição da Justiça.

Segundo a Polícia Civil, a prisão faz parte da operação “American Store”, realizada por agentes da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), que se iniciou após investigações apontarem a comercialização de entorpecentes e medicamentos de origem estrangeira irregularmente no país.

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

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