Após 100 jogos monitorados, 270 foragidos são presos em estádios de São Paulo

Programa ‘Muralha Paulista’ faz cruzamento automático de imagens com o Banco Nacional de Mandados de Prisão

O governo de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira (2), que completou o 100º jogo de futebol com monitoramento pelo programa “Muralha Paulista” em estádios. A partida foi marcada pela vitória do Palmeiras por 2 a 1 sobre o São Paulo, na Arena Barueri, em Barueri-SP, válida pelo Campeonato Paulista.

Durante o jogo, três homens, de 31, 32 e 46 anos, foram presos em momentos diferentes pela Polícia Militar após serem reconhecidos com base nas imagens coletadas pelo sistema de biometria facial do estádio. Com isso, chega a 270 o número de foragidos da Justiça capturados em partidas monitoradas.

Desde o início da parceria com as arenas, mais de 2 milhões de torcedores foram fiscalizados em 100 jogos, com cruzamento automático de imagens com o Banco Nacional de Mandados de Prisão.

Leia também:

O que é o ‘Muralha Paulista’?

O monitoramento é feito por meio do “Muralha Paulista”, programa estadual que integra quase 100 mil câmeras entre leitores de placas, reconhecimento facial e dispositivos de vídeo em tempo real. Ao gerar o alerta, equipes policiais fazem a abordagem e confirmam a pendência judicial antes da prisão.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, a tecnologia amplia a capacidade de resposta das forças de segurança, dificulta a mobilidade de criminosos e reforça a segurança em grandes eventos esportivos.

“O ‘Muralha Paulista’ usa tecnologia para potencializar a capacidade das forças policiais cumprirem mandados de prisão e tirar criminosos de circulação. Cada alerta confirmado representa uma prisão legalmente fundamentada e mais segurança para a população”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves.

Leia também

Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

Ouvindo...