Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, suspeito participar de um estupro coletivo contra uma adolescente de 17, confirmou que estava no apartamento no momento do crime, mas negou ter participado do ato. Isso foi o que o advogado Ângelo Máximo, que representa Vitor Hugo, disse após
O suspeito chegou ao 12ª DP (Copacabana), por volta das 11h, acompanhado do seu advogado. Máximo afirmou que o jovem não se entregou antes por estratégia da defesa. “Ele não demorou a se entregar, estava apenas à espera da defesa técnica ver o melhor momento. E o melhor momento que a defesa viu foi hoje”, disse o advogado.
Ângelo Máximo também divulgou que Vitor Hugo ficará em silêncio, afirmando que o suspeito poderia ter sido ouvido anteriormente na delegacia. O advogado destacou acredtiar que Vitor Hugo não está tendo o seu direito de “presunção de inocência” preservado.
“O Vitor Hugo está sendo execrado, julgado monocraticamente, sem o direito de ampla defesa, sem ter em seu favor a presunção de inocência. Essa é a grande verdade”, disse. “Falo isto na condição de pai que sou, tenho um casal de filhos. Me ponho tanto do lado da suposta vítima, como me ponho do lado do meu assistido Vitor. A suposta vítima pode ter sido vítima desse brutal fato, como Vitor pode ser inocente, como acredito que é", completou.
Suspeitos de praticarem estupro coletivo contra adolescente em Copacabana
Relembre o caso
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A menor foi recebida pelo ex na portaria do prédio e disse que o encontro teria a presença de outras pessoas, mas a menor disse à polícia que não teria concordado com a proposta. Já no apartamento, ela teria sido obrigada a praticar atos sexuais com quatro jovens maiores de idade.
A vítima afirmou que também foi agredida e impedida de sair do quarto. O exame de corpo de delito confirmou lesões nas partes íntimas da menor.
A Justiça aceitou as denúncias do Ministério Público, e os quatro acusados vão responder por estupro coletivo qualificado, por se tratar de uma menor de idade e por manter a vítima em cárcere privado.
O menor de idade, de 17 anos, envolvido no caso, e que levou a vítima ao apartamento onde o abuso teria ocorrido também é investigado, mas, até o momento, não tem contra si, um pedido de apreensão por parte da Justiça.