Alana Anísio Rosa, de 20 anos, recebeu alta hospitalar na manhã desta quarta-feira (4). Ela estava internada há quase um mês após ser
O caso ocorreu na noite de 6 de fevereiro. Luiz Felipe Sampaio Cabral Silva, de 22 anos, foi
A alta hospitalar da jovem foi divulgada nas redes sociais por Jaderluce Anísio de Oliveira, mãe de Alana. “O dia do renascimento do amor da minha vida. Foram dias de espera e angústias, mas Deus deu a vitória”, escreveu.
Jaderluce agradeceu à equipe médica do Hospital e Clínica São Gonçalo, onde Alana ficou internada e se recuperou dos ferimentos sofridos.
“Se Deus quiser, agora é bola para frente. Estudar e se tornar uma grande médica, que é o sonho dela. Obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada”, afirmou a mãe da jovem.
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Quase um mês internada
Alana foi socorrida e levada ao Hospital e Clínica São Gonçalo na noite de 6 de fevereiro. Ela ficou em coma até o dia 19 do mesmo mês, quando acordou e foi extubada.
A jovem continuou internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI) até essa terça-feira (3). Depois, foi levada para um quarto da unidade de saúde e
Jovem esfaqueada mais de 30 vezes em São Gonçalo
Alana Anísio Rosa foi esfaqueada diversas vezes na noite de 6 de fevereiro. O autor invadiu a casa dela, localizada no bairro Galo Branco, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.
A Polícia Militar (PMERJ) foi acionada pela mãe da vítima. Ela relatou que, após voltar do trabalho, escutou gritos vindos do interior da casa, encontrou a filha sendo agredida e interrompeu o ataque.
De acordo com o registro, a mãe interveio, expulsou o agressor para fora do imóvel e socorreu Alana. A
Luiz Felipe Sampaio Cabral Silva, um vizinho apontado como o autor da tentativa de feminicídio, foi preso em flagrante horas após o crime. Em 8 de fevereiro, a Justiça determinou a prisão preventiva dele.
As primeiras informações indicam que a motivação do ataque foi que Luiz Felipe vinha assediando Alana há meses, mas a jovem recusou se relacionar com ele. Ela disse que estava concentrada nos estudos para passar no curso de Medicina.
Segundo a família, o homem passou cerca de quatro meses enviando chocolates e buquês de rosas anonimamente. Em dezembro de 2025, ele se identificou, foi rejeitado e passou a persegui-la mais intensamente. Eles treinavam na mesma academia e se conheciam apenas de vista.