Vigilância Sanitária de BH aperta cerco em açougues; veja os principais problemas
O trabalho de fiscalização em estabelecimentos procura verificar diversos aspectos, incluindo a inspeção adequada dos produtos, a presença do carimbo que indica vistoria e a temperatura de armazenamento

A Vigilância Sanitária de Belo Horizonte tem intensificado a fiscalização em açougues e supermercados da capital, visando garantir a qualidade e segurança da carne comercializada. A operação tem revelado problemas como carnes sem procedência, mal armazenadas e até mesmo vencidas, alertando os consumidores para a necessidade de atenção redobrada na hora da compra.
O trabalho de fiscalização em estabelecimentos que manipulam e armazenam carnes e derivados tem como objetivo verificar diversos aspectos, incluindo a inspeção adequada dos produtos, a presença do carimbo que indica vistoria, a temperatura de armazenamento e as condições gerais de conservação.
Orientações aos consumidores
A diretora da Vigilância Sanitária da PBH, Zilma Ribeiro, oferece importantes recomendações aos consumidores. ''A primeira coisa é observar o estabelecimento, a estrutura física, higiene do estabelecimento'', explica. Ela ressalta a importância de verificar se as paredes estão limpas, sem mofo, e se os vendedores estão devidamente uniformizados, com protetor de cabelo e sem adornos ou esmalte nas unhas.
Quanto aos produtos, a diretora enfatiza que o balcão expositor deve estar fechado para evitar a troca entre ar quente e frio, o que pode comprometer a qualidade da carne. ''As carnes têm que ter aparência natural dela, um vermelho normal, a característica delas, odor tem que tá dentro das características normais'', acrescenta.
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Jornalista formado na Estácio de Sá, tem experiência como repórter, editor e apresentador. É repórter da rádio Itatiaia na editoria de cidades
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