Tragédia na BR-251: veja quem são as primeiras vítimas de acidente identificadas em Minas
Batida entre ônibus de turismo e carreta provocou a morte de oito pessoas e deixou ao menos nove feridos

Quatro das oito vítimas do grave acidente que aconteceu na BR-251, na altura de Santa Cruz de Salinas, no Norte de Minas, na madrugada desse domingo (24), foram identificadas por familiares. Eles são: Eleonaldo Santos, de 45 anos; Amanda Jacqueline dos Santos Souza, de 31; e o casal Leocio de Jesus Dias, de 80 anos, e Marinalva de Jesus Dias, de 61. Os corpos estão no Instituto Médico Legal (IML) em Belo Horizonte.
O acidente que aconteceu por volta das 4h nesse domingo (24) provocou oito mortes e deixou pelo menos nove feridos. Um ônibus de turismo que havia saído de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, com destino a Aracaju, capital de Sergipe, bateu de frente com uma carreta, que transportava sucata, no Km 235 da BR-251. Os veículos pegaram fogo após a colisão.
Oito corpos carbonizados foram encontrados no local. Entre os mortos estão três crianças: um bebê e duas crianças com idades estimadas entre 10 e 12 anos. Os corpos foram trazidos de Taiobeiras, também no Norte de Minas, para BH.
Os sobreviventes receberam atendimento emergencial de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foram levados para hospitais da região.
A Polícia Civil investiga a causa do acidente.
Por que os corpos vieram para BH?
As vítimas do acidente foram trazidas para Belo Horizonte. Conforme o delegado Douglas Ferraz Veloso, devido ao estado de carbonização dos corpos, foi necessária a transferência deles para o Instituto Médico Legal (IML) da capital mineira, que tem setor de antropologia.
O médico-legista Thiago Nobre explica que necrópsias mais simples, que podem ser feitas a olho nu, conseguem ser feitas nos postos médicos do interior, mas em casos mais complexos, como quando os corpos estão carbonizados, é necessária a transferência para Belo Horizonte, porque se torna uma perícia de competência da antropologia. “São encaminhados para serem submetidos a métodos específicos de identificação”, afirma. Segundo ele, identificação não é apenas a individualização do ser, mas também a averiguação de elementos como estatura e idade.
Amanda Antunes cursou jornalismo no Unileste (Centro Universitário Católica do Leste de Minas Gerais), com graduação concluída na Faculdade Estácio, em Belo Horizonte. Em 2009, começou a estagiar na Rádio Itatiaia do Vale do Aço, fazendo a cobertura de cidades. Em 2012, chegou à Itatiaia Belo Horizonte. Na rádio de Minas, faz parte do time de cobertura policial - sua grande paixão - e integra a equipe do programa ‘Observatório Feminino’.
Jornalista pela PUC Minas. Na Itatiaia, escreve para Minas Gerais e Brasil. Anteriormente, trabalhou no jornal Estado de Minas como repórter de Gerais, com contribuições para os cadernos de Política, Economia e Diversidade.
Formada em Jornalismo pela Funorte, Janaina Sacerdote é repórter multimídia da Rádio Itatiaia em Montes Claros. Antes, passou por Fundação Fé e Alegria Montes Claros e Rádio Educadora /Pop 95Fm.





