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Restos mortais de possível vítima da tragédia de Brumadinho são analisados no IML em BH

Ainda não há previsão da conclusão do trabalho de análise para identificação

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Local onde foi encontrado segmentos corpóreos em Brumadinho
Tragédia de Brumadinho tem andamentos na Justiça sete anos após tragédia que vitimou 272 pessoas • Divulgação/ CBMMG

Os segmentos corpóreos encontrados nesta quinta-feira (6) na Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho estão no Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR) em Belo Horizonte para serem submetidos a exames.

Em nota, a Polícia Civil informou utiliza as tecnologias mais avançadas em identificação de vestígios humanos buscando determinar, com precisão, a identidade da vítima. 'Há uma equipe de servidores dedicada à célere análise do caso'.

Ainda não há previsão da conclusão do trabalho de análise para identificação. Por isso, não é possível confirmar que trata-se de restos mortais de uma das três vítimas desaparecidas.

“Os bombeiros estão há seis anos fazendo buscas. Acabamos de receber a notícia de que, próximo a pousada que também foi destruída pela lama, um segmento inteiro foi encontrado. Ele está a caminho do IML (Instituto Médico-Legal), até o final do dia vamos confirmar quem é a vítima, para que a gente possa ter mais uma família tranquilizada”, afirmou Simões.

Três vítimas seguem desaparecidas

O rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão aconteceu em 25 de janeiro de 2019 e provocou 272 mortes. Os bombeiros trabalham na busca e resgate dos corpos há mais de 2.200 dias. Mais de 4.500 militares já participaram das operações e, atualmente, oito bombeiros trabalham de forma ininterrupta em Brumadinho.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde

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Fernanda Rodrigues é repórter da Itatiaia. Graduada em Jornalismo e Relações Internacionais, cobre principalmente Brasil e Mundo.