Restos mortais de possível vítima da tragédia de Brumadinho são analisados no IML em BH
Ainda não há previsão da conclusão do trabalho de análise para identificação

Os segmentos corpóreos encontrados nesta quinta-feira (6) na Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho estão no Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR) em Belo Horizonte para serem submetidos a exames.
Em nota, a Polícia Civil informou utiliza as tecnologias mais avançadas em identificação de vestígios humanos buscando determinar, com precisão, a identidade da vítima. 'Há uma equipe de servidores dedicada à célere análise do caso'.
Ainda não há previsão da conclusão do trabalho de análise para identificação. Por isso, não é possível confirmar que trata-se de restos mortais de uma das três vítimas desaparecidas.
“Os bombeiros estão há seis anos fazendo buscas. Acabamos de receber a notícia de que, próximo a pousada que também foi destruída pela lama, um segmento inteiro foi encontrado. Ele está a caminho do IML (Instituto Médico-Legal), até o final do dia vamos confirmar quem é a vítima, para que a gente possa ter mais uma família tranquilizada”, afirmou Simões.
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Três vítimas seguem desaparecidas
O rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão aconteceu em 25 de janeiro de 2019 e provocou 272 mortes. Os bombeiros trabalham na busca e resgate dos corpos há mais de 2.200 dias. Mais de 4.500 militares já participaram das operações e, atualmente, oito bombeiros trabalham de forma ininterrupta em Brumadinho.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde
Fernanda Rodrigues é repórter da Itatiaia. Graduada em Jornalismo e Relações Internacionais, cobre principalmente Brasil e Mundo.



