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Queda de avião da PF em BH: vítimas são sepultadas em Brasília (DF) nesta sexta-feira (8)

A cerimônia de José de Moraes Neto, de 50 anos, e Guilherme de Almeida Irber, de 44, ocorreu no Hangar do Comando de Aviação Operacional (CAOP)

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Guilherme Irber e José de Moraes Neto morreram em queda de avião da PF • Reprodução | Redes sociais

Familiares, amigos e colegas de profissão se despediram, nesta sexta-feira (8), dos dois policiais federais José de Moraes Neto, de 50 anos, e Guilherme de Almeida Irber, de 44, que morreram após a queda de um avião da Polícia Federal (PF) no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.

A cerimônia ocorreu no Hangar do Comando de Aviação Operacional (CAOP), em Brasília (DF). Os policiais faziam parte do Operações Aerotáticas da Polícia Federal, unidade responsável por pilotar aeronaves da corporação.

Conforme o Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal (Sindipol/DF), o velório começou às 8h. O sepultamento não foi informado. “Expressamos nossos sentimentos e solidariedade neste momento de luto, e desejamos que a memória e o legado destes nobres colegas permaneçam eternamente em nossos corações”, disse o sindicato por meio de nota.

O mecânico, socorrido com vida, foi levado para o Hospital João XXIII Pronto Socorro. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela unidade, não informou o estado de saúde da vítima.

Entenda como e quando o avião da PF caiu

A aeronave modelo Cessna 208B Caravan caiu no início da tarde desta quarta-feira (6) no Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, mais conhecido como Aeroporto da Pampulha. O avião passava por manutenção em um hangar do terminal. Câmeras flagraram o momento do acidente. Na gravação, é possível ver que o avião decola e, ainda no ar, começa a soltar fumaça. O piloto dá a entender que vai tentar pousar novamente, mas perde o controle da aeronave e cai fora da pista, entrando em chamas logo em seguida.

A queda será investigada

Em nota, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) informou que foi acionado para realizar a Ação Inicial da ocorrência. Nesta etapa, um pessoal qualificado utiliza técnicas específicas para realizar a coleta e a confirmação de dados, a preservação dos elementos da investigação, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave e o levantamento de outras informações necessárias à investigação. O órgão afirma que o inquérito será concluído no menor prazo possível.

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Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.