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Prisão de suspeito de matar manicure em Contagem, na Grande BH, é convertida para preventiva

Alisson Miranda Pedrosa é suspeito de matar Silvani Paullino

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Manicure é morta a tiros dentro de salão no bairro Funcionários, em Contagem
Manicure é morta a tiros dentro de salão no bairro Funcionários, em Contagem • Reprodução/ Redes sociais

A Justiça converteu para preventiva a prisão de Alisson Miranda Pedrosa. A audiência de custódia foi realizada nessa quinta-feira (20). Ele é suspeito de matar Silvani Paullino, esposa dele e manicure. A vítima foi assassinada a tiros no salão de beleza onde trabalhava, em um espaço adaptado dentro da casa dela, em Contagem, na Grande BH, nessa segunda-feira (17).

Na audiência, também foi declinada competência da Vara do Tribunal do Júri e de Inquéritos Policiais da Comarca de Contagem. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o preso será recambiado para Contagem pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp).

Alisson Miranda Pedrosa foi preso em Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas, nessa terça-feira (18). 

Feminicídio 

Silvani Paullino, de 36 anos, foi morta a tiros no salão onde trabalhava. O corpo foi encontrado pela filha mais velha dela, de 17 anos. Em entrevista à Itatiaia, a adolescente contou que o autor do crime apagou a iluminação externa do salão, entrou no estabelecimento usando uma balaclava preta e atirou contra a manicure. Após os disparos, ele fugiu do local.

“É uma tragédia muito absurda, muito inaceitável. Aliás, tragédia nenhuma é aceitável, mas essa é uma das piores”, afirmou Valdir Oliveira de Amorim, pai de Silvani. Ele confirmou que a filha queria terminar o relacionamento com o marido. “Ultimamente ela queria [separar] porque durante todo esse tempo ele não era nem o pai que as crianças gostariam de ter e nem o marido que uma esposa gostaria de ter”, disse. 

Segundo o tio de Silvani, Raimundo Pedro, ela deixou três filhos menores de idade.

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Jornalista pela PUC Minas. Na Itatiaia, escreve para Minas Gerais e Brasil. Anteriormente, trabalhou no jornal Estado de Minas como repórter de Gerais, com contribuições para os cadernos de Política, Economia e Diversidade.

 

 

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