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Mercado Central de BH renova acordo com cervejaria para centenário; saiba detalhes

Tradicional ponto turístico da capital mineira assegura mais um patrocinador para a data histórica

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Mercado Central renovou parceria com a Brahma
Mercado Central renovou parceria com a Brahma • Mercado Central/divulgação

A cerveja Brahma garantiu presença no Centenário do Mercado Central de Belo Horizonte, que será celebrado em 2029. A marca renovou seu contrato com o terceiro maior mercado do mundo por mais quatro anos.

Como parte da parceria, a patrocinadora segue sendo a cerveja oficial do tradicional ponto turístico da capital mineira, com presença de marca em diferentes espaços e propriedades de comunicação do local, além de participação nos eventos realizados durante a vigência do acordo.

A colaboração também contempla a construção de iniciativas ao longo dos próximos anos, criando uma jornada de ativações e experiências que terá seu grande momento nas celebrações do Centenário do Mercado Central, em 2029.

"A renovação da parceria com a Brahma reforça a relevância do Mercado Central como um dos principais símbolos culturais e turísticos de Minas Gerais. Temos muito orgulho de contar com uma marca de grande prestígio nacional e que seguirá presente em um momento tão especial da nossa história", afirma Geraldo Henrique Figueiredo Campos, diretor-presidente do Mercado Central.

A negociação da Brahma foi conduzida pela Heatmap, agência responsável pela gestão comercial do Mercado Central.

Além da Brahma, o Mercado Central já conta com o patrocínio da Itambé para o seu Centenário.

Em julho deste ano, a mineradora Vale anunciou o patrocínio oficial do Mercado Central. O acordo prevê uma série de investimentos em infraestrutura e sustentabilidade que serão implementados gradualmente até 2029, ano em que o centro de compras completará seu centenário.

O grande diferencial da parceria assinada pela Vale está no modelo de negócios adotado. Contrariando a tendência de mercado dos chamados naming rights — em que empresas compram o direito de rebatizar arenas e espaços públicos com suas marcas —, a mineradora decidiu inaugurar o conceito de Right Naming (direito ao nome, em tradução livre). Na prática, a Vale abriu mão contratualmente de estampar seu nome na fachada ou alterar o título do local, mantendo a marca "Mercado Central" intacta em respeito à identidade e ao vínculo afetivo da população.

De acordo com o comunicado oficial, a destinação dos recursos não será imposta pela patrocinadora. As intervenções estruturais, melhorias de acessibilidade e os projetos de sustentabilidade serão definidos a partir das demandas reais dos próprios comerciantes que operam no local.

Com uma área de 24 mil metros quadrados no coração de Belo Horizonte, o Mercado Central abriga atualmente cerca de 400 lojas comerciais. O espaço funciona de domingo a domingo e é considerado um dos pontos mais democráticos e visitados do estado, atraindo uma média de 15,5 milhões de visitantes por ano, entre moradores da capital e turistas de diversas origens.

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