Namorado ficou dias em apartamento com corpo de mulher encontrada morta em BH
Suspeito deixou o condomínio apenas na manhã em que vizinhos acionaram a polícia; mensagens enviadas pelo celular da vítima levantaram suspeitas

Segundo relatos de vizinhos à Itatiaia, o homem apontado como namorado de Stifanie Ribeiro Firmino Silva, de 35 anos, encontrada morta dentro do apartamento onde morava, teria permanecido entre três e cinco dias no imóvel, mesmo com o corpo já em avançado estado de decomposição.
A mulher morava no bairro Camargos, na Região Oeste de Belo Horizonte. A suspeita surgiu porque Stifanie não era vista desde a última quarta-feira (15). Ainda assim, familiares e amigos continuaram recebendo mensagens enviadas pelo celular dela.
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Uma vizinha contou que o homem foi visto deixando o condomínio apenas na manhã desta segunda-feira (20), carregando malas. Imagens do circuito de segurança do prédio registraram a saída.
Segundo a moradora, a desconfiança aumentou quando uma amiga percebeu que as mensagens enviadas pelo celular da vítima tinham uma forma de escrita diferente da habitual.
"Ela sabia diferenciar 'obrigado' de 'obrigada'. Ela sempre escrevia 'obrigada'. Hoje veio um 'obrigado'. A amiga estranhou, pediu um áudio e avisou que, se não recebesse, chamaria a polícia", relatou.
Vizinha diz que homem visto no prédio de mulher morta em BH foi apresentado como namorado
Ainda de acordo com a vizinha, o homem deixou o apartamento trancado e saiu do condomínio pouco depois da cobrança.
Quando moradores foram até o imóvel, sentiram um forte odor vindo do apartamento. A Polícia Militar foi acionada e encontrou o corpo de Stifanie debaixo de cobertas, já em avançado estado de decomposição.
Fontes ouvidas pela Itatiaia informaram que a estimativa inicial é de que a mulher estivesse morta entre três e cinco dias, período em que o homem teria permanecido no apartamento.
A mesma vizinha afirmou que Stifanie havia apresentado o homem como namorado cerca de um mês antes. Ela também disse ter presenciado uma discussão entre os dois dias antes da morte.
A Polícia Civil investiga o caso.
Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu conteúdos para as editorias Turismo, Gastronomia e Emprego/ Concursos. Atualmente, colabora com as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo.
Formado em jornalismo pela PUC Minas, foi produtor do Itatiaia Patrulha e hoje é repórter policial e de cidades na Itatiaia. Também passou pelo caderno de política e economia do Jornal Estado de Minas.
Jornalista formada pelo UniBH, é apaixonada pelo dinamismo do factual e pelo poder das histórias bem narradas. Com trajetória que inclui passagens pelo Sistema Faemg Senar, jornal Estado de Minas e g1 Minas, possui experiência em múltiplas plataformas e linguagens. Atualmente, integra a redação da Rádio Itatiaia, onde acompanha os principais acontecimentos de Minas Gerais, do Brasil e do mundo





