Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como o
“Informamos que o quadro clínico de
Mourão estava internado no Hospital João XXIII desde a última quarta-feira (4). Ele havia sido preso pela manhã, na capital mineira,
O homem, que é apelidado como “Sicário”, chegou a ser socorrido por agentes da PF, que realizaram manobras de reanimação por cerca de 30 minutos. Em seguida, ele foi
Conforme apurado pela reportagem da Itatiaia, a chegada a unidade de saúde ocorreu às 17h56. Inicialmente, Mourão foi encaminhado para a sala de politrauma, onde passou por uma bateria de exames. Em seguida, foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), localizada no térreo do hospital — escolha feita por ser uma área mais restrita e com menor circulação de pessoas. Durante todo o atendimento, o paciente permaneceu sob forte escolta policial.
Em entrevista na última quinta-feira (5), o advogado Robson Lucas da Silva, que atuou na defesa de Luiz Phillipi Mourão,
“Não acredito em hipótese alguma. Essa possibilidade que se aventa na imprensa de queima de arquivo, eu não acredito piamente. Ele se encontrava dentro da cela. Estava com a camisa branca e, infelizmente, tomou essa iniciativa”, destacou.
‘Sicário’ de Vorcaro
Mourão havia sido preso na operação realizada nesta quarta-feira (4) por ordem do ministro André Mendonça. Ele era
Na decisão que autorizou a prisão, Mendonça descreveu Mourão como responsável por atividades de obtenção de informações sigilosas, vigilância de alvos e “neutralização de situações sensíveis aos interesses do grupo investigado”. Segundo as investigações, ele recebia pagamentos mensais de cerca de R$ 1 milhão.
As apurações também citam mensagens trocadas entre Mourão e Vorcaro sobre o
A
Conforme a investigação, o grupo coordenado por Mourão - identificado nas comunicações como “Sicário” - seria responsável por organizar uma estrutura dedicada ao monitoramento de pessoas e à obtenção de informações sensíveis.