Mega da Virada: São Paulo, Minas e Bahia estão no top 3 de ganhadores
O sorteio da Mega da Virada será realizado no dia 31 de dezembro.

O estado de Minas Gerais pode ser considerado pé-quente quando o assunto é Mega da Virada, sorteio especial da Caixa Econômica Federal, que neste ano tem previsão de pagar R$ 570 milhões no dia 31 de dezembro. Na história do sorteio, 12 ganhadores fizeram a aposta em Minas. Somente São Paulo, com 29 apostas vencedoras com o prêmio principal, aparece na frente. Bahia, também com 12 sortudos, Rio de Janeiro (com 11) e Paraná (7) aparecem na sequência.
Para quem aposta o bilhete simples, de seis dezenas, a probabilidade é de acerto é de uma em mais 50 de milhões. Já para quem preenche o jogo de 20 dezenas, a chance aumenta consideravelmente: uma em 1.292. O sorteio da Mega da Virada será no dia 31 de dezembro. O bilhete simples custa R$ 5 e o mais caro, com 20 dezenas, vale R$ 193,8 mil.
Veja os ganhadores de Minas
Mega da Virada 2010 (concurso 1.245)
Uma aposta na Lotérica Ponto da Sorte, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, acertou as seis dezenas do concurso 1.245 e faturou R$ 48.598.800,01 na Mega da Virada de 2010. Outras quatro apostas feitas no Paraná e Espírito Santo também levaram o mesmo prêmio.
Mega da Virada 2011 (concurso 1.350)
Uma das cinco apostas vencedoras da Mega da Virada de 2011 (concurso 1.350) foi feita na Bolão Loterias, em Carmo do Cajuru, na região Oeste de Minas. Esse apostador, junto com mais quatro sortudos de São Paulo, Ceará, Pará e Distrito Federal, levou R$ 35.523.497,52.
Mega da Virada 2016 (concurso 1.890)
Uma aposta feita em Belo Horizonte (Lotérica Pampulha) acertou as seis dezenas da Mega da Virada de 2016 e faturou R$ 36.824.758,22 cada, junto com outras cinco apostas feitas em São Paulo, Maranhão, Bahia, Ceará, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.
Mega da Virada 2017 (concurso 2.000)
Em 2017, a Mega da Virada teve 17 apostas ganhadoras, sendo duas delas em Minas. Os jogos foram feitos em Carmo do Cajuru (Bolão Loterias) e Contagem (Dumont Loterias). Cada um deles faturou R$ 18.042.279,04.
Mega da Virada 2018 (concurso 2.110)
Alfenas (A Predileta Loterias), Belo Horizonte (Dumont Loterias e Lotérica Lucky 7), Divinópolis (Sorte Sua Loterias), Martinho Campos (Casa Lotérica Mineirinho) e São Sebastião do Paraíso (Minas de Ouro Loterias) foram as cidades mineiras com ganhadores da Mega da Virada de 2018. Cada aposta rendeu um prêmio de 5.818.007,36. No total, 52 apostas acertaram as seis dezenas.
Mega da Virada 2022 (concurso 2.550)
A lotérica Mega Sorte Loterias, de Florestal, na Grande BH, foi a última mineira a ter um ganhador da Mega da Virada. Uma das cinco apostas vencedoras de 2022 foram feitas na cidade, rendendo um prêmio de R$ 108.393.993,26 ao sortudo ou sortuda.
Até quando apostar?
As apostas na Mega da Virada podem ser feitas até as 19h do dia 31 de dezembro nas casas lotéricas ou nos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal.
A Mega da Virada não acumula. Ou seja, caso não tenha ganhador com seis dezenas, o prêmio principal é dividido para quem acertar a quina e, assim, sucessivamente. No sorteio do ano passado, cinco apostas dividiram R$ 541 milhões (R$ 108.393.993,26 para cada).
Bolão
Mas como apostar no bolão? Conforme a Caixa Econômica Federal, a modalidade é uma possibilidade de realizar apostas em grupo. E para jogar basta preencher o campo próprio no volante ou solicitar ao atendente da lotérica. Assim, cada um recebe um bilhete com a sua cota do bolão e pode retirar o prêmio individualmente.
O apostador também pode comprar cotas de bolões organizados pelas casas lotéricas. Neste caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota. Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 15. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 6.
É possível realizar um bolão de no mínimo 2 e no máximo 100 cotas. É permitida a realização de no máximo 10 apostas por bolão.
Como escolher os números?
O brasileiro que sonha com a fortuna usa a criatividade para tentar acertar as seis dezenas da loteria. Pesquisa feita pela Ecglobal mostra algumas estratégias que os apostadores usam na hora de preencher o volante.
Conforme o levantamento, que ouviu 500 pessoas, 66% dos entrevistados mantêm, consistentemente, alguns números ao longo dos anos, enquanto impressionantes 27% repetem todos os números em suas escolhas.
Ao analisar as preferências numéricas, observa-se uma diversidade de abordagens. A intuição se destaca como a principal influência, citada por 47% dos participantes. Datas importantes também desempenham um papel significativo, com 36% dos entrevistados escolhendo números associados a momentos especiais em suas vidas. Outras estratégias incluem a adoção de números da sorte (26%), interpretação de sonhos relacionados a números (14%), consideração de tendências ou previsões (14%), e a atenção especial a números encontrados no ambiente (14%).
Entre os participantes, 59% confirmaram suas intenções de realizar apostas, enquanto outros 24% expressaram que consideram a possibilidade. No que diz respeito aos formatos de jogo, 44% optarão por jogos individuais, 14% participarão de bolões e 38% planejam combinar ambas as estratégias. A maioria (55%) planeja investir até R$ 50 em seus jogos, enquanto 7% demonstram disposição para aplicar valores mais substanciais, chegando a até R$ 200 na Mega-Sena.
Mais sorteados
Conforme a Caixa Econômica Federal, o 10 foi sorteado em cinco nas edições da Mega da Virada. Em seguida, aparece o 5, sorteado quatro vezes. 3 - 20 - 33 - 34 - 36 e 58 aparecem na sequência, com três vezes.
História
A história da Mega-Sena começou a ser escrita em 11 de março de 1996, quando a Caixa Econômica Federal realizou o prêmio concurso, que não teve ganhador com seis dezenas. Os números sorteados foram 04,05,30,33,41 e 52. O prêmio acumulou para o concurso 2, que saiu para um apostador do Paraná. Ele faturou a bolada de R$ 2,3 milhões ao jogar as seguintes dezenas: 09,37,39,41,43 e 49.
Jornalista formado pela Newton Paiva. É repórter da rádio Itatiaia desde 2013, com atuação em todas editorias. Atualmente, está como editor de Cidades, Brasil e Mundo.
Jornalista formado pela UFMG, com passagens pela Rádio UFMG Educativa, R7/Record e Portal Inset/Banco Inter. Colecionador de discos de vinil, apaixonado por livros e muito curioso.




