Identificação de corpo encontrado no Barreiro exigirá DNA ou exame de arcada dentária
A vítima foi localizada decapitada, sem órgãos internos, com a cabeça a cerca de cinco metros de distância do corpo do Parque Ecológico Roberto Burle Marx

A identificação do corpo de uma mulher encontrada decapitada no último sábado (25), no Parque Ecológico Roberto Burle Marx, na região do Barreiro, em Belo Horizonte, só poderá ser feita oficialmente com a ajuda de exames de arcada dentária ou de DNA.
Embora a vítima ainda não tenha tido a identidade confirmada, familiares de Ketlhen Moreira Soares acreditam que o corpo encontrado, em avançado estado de decomposição, seja da jovem de 23 anos.
Ketlhen está desaparecida desde o último dia 3 de abril. O reconhecimento foi feito a partir de uma tatuagem que Ketlhen tem na perna esquerda.
Em nota à reportagem, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que, assim que acionada, a perícia compareceu ao local onde o corpo foi encontrado. Os restos mortais foram encaminhados ao Instituto Médico Legal Dr. André Roquette (IMLAR) para serem submetidos a exames de necropsia e identificação.
Jornalista formado em Comunicação Social pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH). Na Itatiaia desde 2008, é "cria" da rádio, onde começou como estagiário. É especialista na cobertura de jornalismo policial e também assuntos factuais. Também participou de coberturas especiais em BH, Minas Gerais e outros estados. Além de repórter, é também apresentador do programa Itatiaia Patrulha na ausência do titular e amigo, Renato Rios Neto.
Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.




